quinta-feira, 31 de março de 2011

Algumas Músicas



(na ilustração, Oli Brown está à esquerda)

Oli Brown, blueseiro de Norwich (UK), em podcast de 66 minutos. A apresentadora diz que ele é o "bluesman mais promissor a surgir na Inglaterra nos últimos tempos", que tem 18 anos, e que já tocou com Delbert McClinton, Buddy Guy, Eric Sardinas, Koko Taylor e Taj Mahal. A qualidade técnica do som é excelente, e Oli Brown canta e toca pra caramba.

Oli Brown Band - Ardent Sessions

http://208.109.219.149/btrmedia2/1201967148_020408OliBrown.mp3

hiybbprqag

The Dictionary of Obscure Sorrows

Dicionário poético/surrealista que põe o dedo na ferida.

hiybbprqag
n. the feeling that everything has already been done, that the experiment of human culture long ago filled its petri dish and now just feeds on itself, endlessly crossbreeding old clichés into a radioactive ooze of sadness.

Ou seja:
s. O sentimento impronunciável de que tudo já foi feito, de que as tentativas provisórias da cultura humana há muito já saturaram seu espaço experimental e agora alimentam-se de sua própria carne, hibridizando infindavelmente velhos clichês e criando uma exudação radioativa de tristeza.

A Neurociência das Terapias Psicológicas


The Neuroscience of Psychological Therapies summarizes knowledge of brain function and brain behavior relationships within the context of psychotherapy implementation. It describes how specific locations in the brain carry out specific activities, how the different activities are combined to yield normal and pathological behavior, and how knowledge of brain activities can guide psychological assessment and intervention. Specific topics include the influence of neural networks on discovery and change, the therapist's neuroscience, communicating with patients using the brain as reference, and using neuroscience concepts to compare and integrate traditional schools of psychotherapy. Applying a neuroscience framework to conceptualization and treatment of depression is offered as an example, and specific issues associated with trauma and false memories are discussed. The book is aimed at anyone working within a psychotherapy framework and who wishes to discover more about brain function and brain/behavior relationships.



The Neuroscience of Psychological Therapies

Rowland Folensbee

Cambridge University Press 2007 234 pages PDF 1,9 MB http://www.filesonic.com/file/421833064/0521863171_052168188XNeuroscience%20.pdf ou http://uploading.com/files/391ba34e/0521863171_052168188XNeuroscienceB.pdf/

terça-feira, 29 de março de 2011

Algumas Músicas

William Fitzsimmons - You Still Hurt Me

http://www.indiemuse.com/wp-content/uploads/2008/11/10 You Still Hurt Me.mp3

William Fitzsimmons - Heartless


http://www.fileden.com/files/2010/1/15/2725777/William.mp3

William Fitzsimmons - Hold on with my Open Hands
http://ivanheneghan.com/getyourmelancholyon/audio/williamfitzsimmons_holdonwithmyopenhands.mp3

William Fitzsimmons - It's not True
http://ivanheneghan.com/getyourmelancholyon/audio/williamfitzsimmons_itsnottrue.mp3

William Fitzsimmons - Everything Has Changed
http://stopokaygo.typepad.com/web/files/everything_has_changed.mp3

William Fitzsimmons - So This Is Goodbye
http://www.dailybeatz.net/music/sothisisgoodbyeganter.mp3

William Fitzsimmons - My Life Changed
http://ivanheneghan.com/getyourmelancholyon/audio/williamfitzsimmons_mylifechanged.mp3

William Fitzsimmons - Shattered
http://www.mediamusicusa.com/music/Shattered.mp3

William Fitzsimmons - Passion Play


http://traeblain.com/wp-content/uploads/2009/03/02-passion-play.mp3

Ser

O livro Memory, History, Forgetting (La mémoire, l'histoire, l'oubli), de Paul Ricoeur, traz como epígrafe uma frase do filósofo francês (de ascendência russa) Vladimir Jankélévitch (1903- 1985):
He who has been, from then on cannot not have been: henceforth this mysterious and profoundly obscure fact of having been is his viaticum for all eternity.

Aqui está o original:
"Celui qui a été ne peut plus désormais ne pas avoir été : désormais ce fait mystérieux et profondément obscur d'avoir vécu est son viatique pour l'éternité." - V. Jankélévitch, L'Irréversible et la Nostalgie.

Aqui está minha tradução:
"Aquele que foi, a partir de então não pode não ter sido: daí em diante este misterioso e profundamente obscuro fato de ter vivido é seu viático por toda a eternidade".

"Viatique" admite algumas interpretações. Sua acepção original latina de "provisões para viagem" - aparentemente corriqueira - deixa entrever a idéia de um percurso em direção à eternidade e confere movimento a uma concepção congelada em sua dimensão inconcebível. O Robert nos diz: "Littér. Soutien, secours indispensable", isto é, "sustentáculo, apoio, defesa, proteção; recurso indispensável". Para tomar o rumo da eternidade é preciso trazer as marcas do tempo que a vida nos confere intransferivelmente - esse é o viático de Jankélévitch.

O Viático como extrema-unção, ou como sagração
Não há resquício de religião aqui: para a Tōrāh, a eternidade é o olam haba, o mundo que virá. Para o Islã, a eternidade só existe em outro mundo e está disponível no Jardim do Éden para os homens de bem e é mandatória no Inferno para os outros. O latim precede o Cristianismo. Na nota 13 da seção 81 de Ser e Tempo, Heidegger desperta a concepção de "temporalidade infinita" de seu sono estrutural - estou pensando no Aurélio, isto é, estrutura (5) - e "matematiza" esta concepção ao lembrar-nos de seu caráter assintótico. Sean Carroll chama nossa atenção para a "grandeza cosmológica implícita na palavra eternidade" em seu livraço From Eternity to Here.

O mistério básico
A poesia de Jankélévitch equilibra o elefante na ponta de um alfinete: no decurso do tempo humano não há primazia de essência ou de existência, nem tal necessidade. Não estou bem certo sobre o motivo, mas isto me lembra uma frase de Russell Epstein (e vou buscá-la para citar direitinho): "Em seu romance À Procura do Tempo Perdido, Marcel Proust argumenta que as descrições convencionais da fenomenologia da consciência são incompletas porque enfatizam demais as informações sensoriais salientes que dominam cada momento de nossa percepção consciente e ignoram a rede de associações que estão na base de tudo".

Caedmon (1978)

Disco razoável...
Caedmon - Caedmon (1978) 2006

Kissing Spell KSCD9450-1] Folk-Rock

MP3 CBR 320Kbps 137 Mb FSonic


In 1978, a small christian folk rock band in Edinburgh released a farewell album to celebrate six years of making music together. The album was made on a shoestring budget and only 500 copies were pressed. The musicians went their separate ways.Thirty years later, the record has become a collectors item. A CD version is available on Amazon and it has been described as one of the best folk rock albums of the seventies...


Tracks:

1. Ten Maidens Fair

2. Maker Man

3. Death of a Fox

4. Sea Song

5. Aslan

6. Beyond the Second Mile

7. Living in the Sunshine

8. Storm

9. Columbas' Song

10. Smile on Your Face

11. Caedmon's Hymn

12. Give Me....


Personnel:

Jim Bisset — Electric and acoustic guitars, vocals

Simon Jaquet — Acoustic guitar, mandolin, bongos, vocals

Angela Naylor — Lead vocals

Ken Patterson — Keyboards, cello, acoustic guitar, vocals

Sam Wilson — Bass guitar, vocals


sexta-feira, 25 de março de 2011

Algumas Músicas - The Rosewood Thieves

The Rosewood Thieves - Honey, Stay Awhile



http://www.box.net/shared/static/a0814xx3ku.mp3

The Rosewood Thieves - Moon Song



http://208.109.248.119/btrmedia3/MoonSong.mp3

The Rosewood Thieves - Heavy Eyes



http://greysoundtracks.free.fr/musiques/saison 4/Grey's Anatomy - Season 4 - Episode 16 - The Rosewood Thieves - Heavy Eyes.mp3

Teorias Cognitivas na Idade Média


This book is a major contribution to the history of philosophy in the later medieval period (1250-1350). It focuses on cognitive theory, a subject of intense investigation during those years. In fact many of the issues that dominate philosophy of mind and epistemology today--intentionality, mental representation, skepticism, realism--were hotly debated in the later medieval period. This book offers a careful analysis of these debates, primarily through the work of Thomas Aquinas, Peter John Olivi, and Willam Ockham.

Theories of Cognition in the Later Middle Ages
Robert Pasnau
Cambridge University Press PDF 1997 348 pages 10.6 Mb
http://www.filesonic.com/file/325614811

Jesse Sykes & The Sweet Hereafter - Marble Son


Não é o finaço, mas dá para escutar
Jesse Sykes & The Sweet Hereafter - Marble Son 2011
MP3 Folk Americana Folk-Rock etc.


Tracks:
01. Hushed By Devotion
02. Marble Son
03. Come To Mary
04. Servant Of Your Vision
05. Ceilings High
06. Be It Me, Or Be It Done
07. Pleasuring The Divine
08. Weight Of Cancer
09. Birds Of Passerine
10. Your Own Kind
11. Wooden Roses

Jesse Sykes – vocals, guitar
Phil Wandscher – guitar, vocals
Bill Herzog – bass, vocals
Eric Eagle – drums, vocals

http://www.multiupload.com/KIK8IF7Q4T

Antologia de música folclórica inglesa


Anthology of English Folk (2006)
[5CD Box Set, Recording Arts]
Folk/Folk-Rock/Folk-Prog MP3 CBR 320Kbps

An impressive 5 CD box set featuring one of the most complete anthologies on English folk and folk-rock around. The first two CDs mostly cover solo artists with a praiseworthy attention to the 80s and 90s, while the last three are dedicated to the most important bands of the Seventies.

Tracklist
CD1:
1. BRASS MONKEY - THE FOXHUNT (Trad arr. Brinsford/Carthy/Evans/Kirkpatrick/Cheetham) 3.55
2. NIC JONES - THE DROWNED LOVERS (Trad Arr N. Jones) 6.25
3. ELIZA CARTHY & THE KINGS OF CALICUTT - WHIRLY WHORL (Trad Arr E. Carthy/Colston/Rose/Stradling) 2.46
4. MIKE WATERSON - SWANSEA TOWN (Trad Arr M. Walerson) 4.18
5. RICHARD THOMPSON - TIME TO RING SOME CHANGES (R. Thompson) 3.44
6. TARRAS - THE HAPPY SALMON (Armstrong/Clapp/Hancock/Murray/Redfern) 2.19
7. MADDY PRIOR - SOMEWHERE ALONG THE ROAD (Kemp) 3.20
8. THE WATERSONS - THE GOOD OLD WAY (Trad Arr Waterson/Waterson/Waters on/Car thy) 3.26
9. CYRIL TAWNEY - THE BOLD BENJAMIN (Trad P/D) 1.58
10. ROBIN DRANSFIELD - SPENCERTHE ROVER (Trad Arr R. Dransfield) 4.30
11. LOUIS KILLEN - THE FLYING CLOUD (Trad P/D) 7.03
12. OAK - SHEPHERDS ARISE (Trad P/D) 3.04
13. SHIRLEY COLLINS - BRIGG FAIR (Trad Arr S. Collins) 2.15
14 MARTIN CARTHY & DAVE SWARBRICK - SOVAY (Trad Arr M. Carthy) 3.17
15. JOHN KIRKPATRICK - ETC (Trad Arr J. Kirkpatrick) 4.56
16. LAL AND NORMA WATERSON - BONNIE LIGHT HORSEMAN (Trad Arr L Waterson/N. Waterson} 2.59
17. MARTIN SIMPSON - THE KEEL ROW (Trad Arr Simpson) 2.36
18. LAL WATERSON & OLLY KNIGHT - THE FLIGHT OF THE PELICAN (L. Waterson/O. Knight) 3.44

CD2:
1. THE ALBION BAND - STRIKING FOR ANOTHER LAND (Hutchings) 5.50
2. ANDREW CRONSHAW - THE BLACKSMITH (trad arr Cronshaw/Sanders/Bristow) 3.02
3. JUNE TABOR - I WILL PUT MY SHIP IN ORDER (trad arr Tabor/Warren) 6.08
4. MARTIN CARTHY - THE WIFE OF USHER'S WELL (trad arr M. Carthy) 4.04
5. CLIVE GREGSON & CHRISTINE COLLISTER - I SPECIALISE (C. Gregson - Pub Gregsongs) 4.48
6. ELIZA CARTHY - ADIEU ADIEU (trad arr E. Carthy/S. Thomas/B. Stradling) 4.35
7. ANNE BRIGGS - MARTINMAS TIME (trad p/d) 4.50
8. A. L. LLOYD - THE DRUNKEN MAIDENS (trad arr A. L. Lloyd) 1.47
9. EWAN MAcCOLL - THE FOUR LOOM WEAVER (trad arr MacColl - Pub Mills Music) 2.51
10. THE HIGH LEVEL RANTERS - SHEWS THE WAY TO WALLINGTON/THE PEACOCK (trad p/d) 2.18
11. MIKE HARDING - ALE IS PHYSIC FOR ME (trad p/d) 2.03
12. THE OLDHAM TINKERS - A MON LIKE THEE (Meeks/Radcliffe/Crotty) 1.59
13. JOHN KIRKPATRICK - CHESHIRE HORNPIPE (trad arr Kirkpatrick/Harris) 4.09
14. SILLY SISTERS June Tabor & Maddy Prior - THE OLD MINER (trad arr Prior) 6.11
15. WATERSON / CARTHY - RAMBLE AWAY/VALENTINE WALTZ (trad arr Waterson / Carthy) 4.35
16. ROY HARRIS - THE ROYAL OAK (trad p/d) 2.03
17. ELIZA CARTHY - JACKIE TAR (trad arr E. Carthy) 4.39
18. JOHN TAMS - WHO WILL BLOWTHE CANDLE OUTTONIGHT (J. Tarns) 4.25

CD3:
STEELEY SPAN - 1. A CALLING SONG (Hutchings) 1.14 2. FISHERMAN'S WIFE (Trad./MacColl) 3.11 3. THE KING (Trad. Atr. Hart/Prior/Hutchings/Woods/Woods) 1.26 4. RAVE ON (Petty/Tilgham/WeSt) 1.23
LINDISFARNE 5. MEET ME ON THE CORNER (Clements) 2.38 6. LADY ELEANOR (Hull) 4.12 7. FOG ON THE TYNE (Hull) 3.16 8. CLEAR WHITE LIGHT (Hull) 4.42
RENAISSANCE 9. KINGS AND QUEENS (ReIf/Наwken/McCarty) 10.54 10. THE SEA (Relf/McCarty) 3.01 11. ISLAND (Relf/McCarty) 3.35 12. NORTHERN LIGHTS (Dunford/Thatcher/Newsinger) 4.21
TIM HART & MADDY PRIOR 13. THE FALSE KNIGHT ON THE ROAD (Trad. Arr. Hart/Prior) 2.58 14. BRING US GOOD ALE (Hart/Prior) 3.46 15. FLY UP MY COCK (Trad. Arr. Hart/Prior) 1.42 16. CANNILY CANNILY(MacColl) 2.23

CD4:
FAIRPORT CONVENTION 1. MEET ON THE LEDGE (Thompson) 7.09 2. SI TU DOIS PARTIR (Dylan) 4.01 3. SUZANNE (Cohen) 6.53 4. ROSIE (Swarbrick) 4.33 5. PRETTY POLLY (Trad. Arr. Johnson) 3.03
SANDY DENNY 6. THE 3.10 TO YUMA (Dunning/Washinglon) 3.36 7. YOU NEVER WANTED ME (Frank) 3.21 8. THE FALSE BRIDE (Trad. Arr. Johnson) 3.37 9. FIRST GIRL I LOVED (Williamson) 4.57
INCREDIBLE STRING BAND 10. THE EYES OF FATE (Williamson) 3.57 11. THE MAD HATTER'S SONG (Williamson) 4.55 12. THE CIRCLE IS UNBROKEN (Williamson) 6.04
SHIRLEY COLLINS & THE ALBION BAND 13. THE LITTLE GYPSY GIRL (Trad. Arr. Collins) 2.13 14. MURDER OF MARIA MARTEN (Trad. Arr. Collins) 7.22 15. WHITE HARE (Trad. Arr. Collins) 2.41 16. POOR MURDERED WOMAN (Trad. Arr. Collins) 4.19

CD5:
AMAZING BLONDEL 1. TO YE (Gladwin) 3.17 2. SEASCAPE (Gladwin) 6.34 3. DOLOR DULCIS (Gladwin/Baird/Wincott) 3.56 4. PAVAN (Gladwin/Carlin) 3.07 5. SHEPHERD'S SONG (Gladwin/Carlin) 8.07 6. CELESTIAL LIGHT (Gladwin) 4.18

30 Pounds of Bone – Method

Não é nenhuma maravilha, mas dá pro gasto.

30 Pounds of Bone – Method (2010)
mp3 VBR~224 kbps 86 MB Alternative Folk, Americana

Recorded within four days in his bedroom, one man multi-instrumentalist Johnny Lamb has produced a dark, but at times, jaunty album.Covering a love affair with whiskey, which costs him the girl, being eaten by the dead and working for a racist café owner in Plymouth, this CD covers subjects that don’t tend to be heard about on a regular basis. A lover of the sea, Lamb regales us with tales of the ocean and his obsession with all things watery; probably as a result of his childhood being bought up on the Shetland isle of Unst. This is a melting pot of traditional folk and contemporary influences. ‘Crack Shandy in the Harbour’ is a true account of his time at that Plymouth café where narcotics anonymous held their meetings. ‘All For Me Grogg’ is a reinterpretation of the traditional Irish song made famous by the Clancy Brothers. Dark lyrics delivered with solemnity, make this an album that shouldn’t be listened to when feeling down, but as a backdrop to a cold winters evening it’s mighty satisfying. AmericanaUK

Tracks:
1. Crack Shandy In The Harbour (02:59)
2. How We Applaud The Unhappiness Of The Songwriter (03:03)
3. All For Me Grogg (04:58)
4. A Lesson In Talking (03:16)
5. The Fishery (05:07)
6. Ghosts In The Grass (04:09)
7. Island’s Ode To The Itinerant (04:28)
8. Crutches (03:08)
9. Darling (04:33)

quarta-feira, 23 de março de 2011

Uma Música

Dire Straits - You and your Friend



http://saxnard.free.fr/MUSIQUE/1991 - Dire Straits - On Every Street/Dire Straits - On Every Street - 06 - You And Your Friend.mp3

Enciclopédia de Ciência Cognitiva


An exciting reference work which captures current thinking about the workings of the mind and brain, focusing on problems that are as old as recorded history, but reflecting new approaches and techniques that have emerged since the 1980's. The Encyclopedia contains 696 articles covering in depth the entire spectrum of the cognitive sciences. Reviewing the common themes of information and information processing, representation and computation, it also covers in depth the core areas of psychology, philosophy, linguistics, computer science, and neuroscience. Ancillary topics such as education, economics, evolutionary biology and anthropology are also covered. The articles have been written to provide multiple levels of information so that readers from various levels can benefit from this set – from undergraduate and postgraduate students to university lecturers. With extensive cross-referencing, a glossary and subject index to further aid the reader through the book, the Encyclopedia of Cognitive Science is an essential addition to any library or office shelf.
The Encyclopedia of Cognitive Science (ECS) includes:
4 Volumes
4000 pages
696 articles
Contributions from the world’s leading experts
1,500 illustrations
Detailed indexes and appendices
Extensive cross-referencing

Encyclopedia of Cognitive Science
L. Nadel - editor

Livraço de Dawkins


Richard Dawkins has an opinion on everything biological, it seems, and in A Devil's Chaplain, everything is biological. Dawkins weighs in on topics as diverse as ape rights, jury trials, religion, and education, all examined through the lens of natural selection and evolution. Although many of these essays have been published elsewhere, this book is something of a greatest-hits compilation, reprinting many of Dawkins' most famous recent compositions. They are well worth re-reading. His 1998 review of Alan Sokal and Jean Bricmont's Fashionable Nonsense is as bracing an indictment of academic obscurantism as the book it covered, although the review reveals some of Dawkins' personal biases as well. Several essays are devoted to skillfully debunking religion and mysticism, and these are likely to raise the hackles of even casual believers. Science, and more specifically evolutionary science, underlies each essay, giving readers a glimpse into the last several years' debates about the minutiae of natural selection. In one moving piece, Dawkins reflects on his late rival Stephen Jay Gould's magnum opus, The Structure of Evolutionary Theory, and clarifies what it was the two Darwinist heavyweights actually disagreed about. While the collection showcases Dawkins' brilliance and intellectual sparkle, it brings up as many questions as it answers. As an ever-ardent champion of science, honest discourse, and rational debate, Dawkins will obviously relish the challenge of answering them.

A Devil's Chaplain: Reflections on Hope, Lies, Science, and Love
Richard Dawkins
Mariner Books 2004 PDF 269 pages 11,3 mb
http://turbobit.net/cwyf9hctx0a2.html ou

Cognição, Cérebro e Consciência


A textbook for psychology, neuroscience, pre-medical students, and everybody interested in the neuroscience of cognition. A wave of new research is transforming our understanding of the human mind and brain. Many educational fields now require a basic understanding of the new topic of cognitive neuroscience. However, available textbooks are written more for biology audiences than for psychology and related majors. This text aims to bridge that gap. A background in biology of neuroscience is not required. The thematic approach builds on widely understood concepts in psychology, such as working memory, selective attention, and social cognition. Edited by two leading experts in the field, the book guides the reader along a clear path to understand the latest findings.

Cognition, Brain, and Consciousness: Introduction to Cognitive Neuroscience
Bernard J. Baars & Nicole M. Gage

Será que dessa vez vai?

Não senti firmeza no 'sistema' das autoras; a edição tem diversos erros tipográficos em português e em alemão, erros de concordância. Mas tem sempre alguém que pode aproveitar...

Da editoria:Gerações e gerações de alunos sempre consideraram o alemão um bicho-de-sete-cabeças, seja pela gramática considerada complicada, seja por sua reputação de inacessível. Este livro procura justamente desmistificar esta fama. Escrito em uma co-autoria de duas professoras, uma brasileira e outra alemã, e voltado especificamente para o aluno brasileiro, a obra revela com clareza os detalhes do idioma de Goethe, Heine e Gunter Grass em linguagem simples e de fácil compreensão, para que o leitor verdadeiramente possa compreender os fatos estruturais do idioma alemão.

Alemão Urgente! para Brasileiros
Birgit Braatz & Cristina Schumacher

Jackendoff - linguagem e natureza humana


From Library Journal

In the late 1950s, Noam Chomsky revolutionized linguistics by proposing that the infant's ability to learn language cannot be explained by simple learning principles but is dependent upon the existence of complex, innate mental structures. Jackendoff explains the current state of Chomskyan theory by organizing his book around the question "What do we need in order to be able to talk?" In order to find an answer, he reviews fascinating material from developmental psychology, neurology, and the cognitive sciences as well as linguistics. He goes beyond the standard linguistics arguments to posit the existence of parallel mental structures governing other processes such as music and vision. The author is that rare creature, an academic who can convey his fascination with his field to the general reader. Highly recommended for all academic libraries, as well as for public libraries serving an educated populace.- Mary Ann Hughes, Neill P.L., Pullman, Wa.


From Booklist

Jackendorf updates the ground-breaking investigation into human language introduced by Noam Chomsky as "generative linguistics," in a conversational, accessible style. After reviewing current language theories, he links language to broader human capabilities, his ideas founded on the hypothesis that there exists a genetically determined specialization for language that embeds grammatical principles within the human brain. Human experience, in this view, is constructed out of such principles, which operate in music, vision, and, most speculatively, in social organization. Jackendorf also introduces the reader to research suggesting that there are structural similarities between signed and spoken language, that creole languages are created by children, and that there is a link among adult language impairments, language development in children, and the age factor in both. Helpful restatements at chapter ends and a reading list organized by topic encourage mastery of areas only touched upon in Jackendorf's discussion. Virginia Dwyer

Patterns In The Mind: Language And Human Nature
Ray Jackendoff

terça-feira, 22 de março de 2011

Uma Música

Ray Charles - Still Crazy After All These Years



http://archives.wnpvam.com/001/PROGRAM/TheBeatGoesOn/MUSIC/Still_Crazy_After_All_These_Years.mp3

Uma história da música ocidental


The history of "history"--our changing perspectives on the act of narrating and trying to "recapture" the past--encompasses the most profound seismic shifts in modern consciousness. Once seemingly commonsensical, the science-aspiring ambition of historiography to recount the past "as it actually was" (to borrow Leopold von Ranke's famously misunderstood phase) now betrays anachronistic naivete, if not a dangerous arrogance masquerading as objectivity. And the business of cultural history provides a particularly fascinating--and contentious--index to the larger issues at stake. The very urgency of the debate over "how" to tell the story (and indeed what the story is) continues to intensify in proportion to the uncertainty of our times. Considering its official title (bearing an impressive imprimatur from Oxford University Press, the vanguard of scholarly reference works), Richard Taruskin's grand opus might appear at first glance to eschew the more-heated arenas of debate involving cultural history. Quite the contrary: Taruskin throws down the gauntlet at once and passionately joins in the fray. In the process, he strips the story of music's development in the West (i.e., Europe and America) of its deceptively innocuous trappings and received ideas, thrusting it into the spotlight of contemporary critical inquiry. The result, virtually a priori, is a highly controversial reexamination of a narrative that will cause even the most open-minded music lover to do a number of double-takes. What's extraordinary about Taruskin's achievement is how immensely engrossing, insightful, provocative, fresh, and downright brilliant the "history of Western music" becomes in his weaving of it.

But why yet another sweeping history when the New Grove Dictionary of Music has been recently overhauled (in an edition to which Taruskin prolifically contributed), and when long-standing classic texts such as Paul Henry Lang's Music in Western Civilization continue to be reissued? The heart of the matter lies in the very ambition behind this new history. First, some of the fun factoids: at nearly 4,000 pages (along with an additional resource volume containing master index, chronologies, and bibliography), The Oxford History of Western Music weighs nearly 20 pounds and took a decade to write. In other words, this isn't history-by-committee. Its perspective from the point of view of one massively learned individual is at once the work's chief strength and its Achilles heel. Taruskin's powerful voice echoes the kind of "old-fashioned" synthesis, with its attempt at an "overarching trajectory," of such pioneering cultural historians as Jacob Burckhardt or perhaps even the epic sweep of Gibbon's The Decline and Fall of the Roman Empire—-an antidote to the curse of ivory-tower specialization. But, more crucially, Taruskin arms that voice with the toolkit of contemporary historiography to pursue a critical rethinking of how Western music turned out as it did, and where it is today. His singular viewpoint anchors Taruskin's attempt to show that "the literate tradition of Western music is coherent at least insofar as it has a completed shape."

Oxford History of Western Music: 5-vol. set
Richard Taruskin
Oxford University Press 2009 3856 Pages PDF 150 MB
http://www.unibytes.com/X-NVczYzKrkB ou
http://www.filesonic.com/file/291682841/Taruskin_-_History_of_Western_Music_5_vol.rar ou
http://uploading.com/files/b8mde827/Taruskin+-+History+of+Western+Music+5+vol.rar/


NOTA - coloquei três links porque existe uma discussão online se um ou todos estão funcionando; algumas pessoas dizem que fizeram download com sucesso e outras dizem que não conseguiram, isto é, quem estiver interessado tem que tentar.

Tomografia do Potencial de Membrana


The book is structured in five sections, each containing several chapters written by experts and major contributors to particular topics. The volume starts with a historical perspective and fundamental principles of membrane potential imaging and continues to cover the measurement of membrane potential signals from dendrites and axons of individual neurons, measurements of the activity of many neurons with single cell resolution, monitoring of population signals from the nervous system, and concludes with the overview of new approaches to voltage-imaging. The book is targeted at all scientists interested in this mature but also rapidly expanding imaging approach.Membrane Potential Imaging in the Nervous System: Methods and Applications describes optical techniques to monitor neuronal membrane potential signals. The knowledge upon which voltage-imaging technique is based was generated over several decades and the aim of this book is to provide a single comprehensive source of information on different types of voltage-imaging techniques, including overviews, methodological details, examples of experimental measurements, and future developments. The book is structured in five sections, each containing several chapters written by experts and major contributors to particular topics. The volume starts with a historical perspective and fundamental principles of membrane potential imaging and continues to cover the measurement of membrane potential signals from dendrites and axons of individual neurons, measurements of the activity of many neurons with single cell resolution, monitoring of population signals from the nervous system, and concludes with the overview of new approaches to voltage-imaging. Membrane Potential Imaging in the Nervous System is targeted at all scientists interested in this mature but also rapidly expanding imaging approach.


Membrane Potential Imaging in the Nervous System: Methods and Applications
Marco Canepari & Dejan Zecevic

A Filosofia na Idade Média


Caramba! Pensei que nunca mais iria por os olhos nesse livro, e aí está ele... Bréhier já foi o rei da cocada preta em filosofia antiga, até ser banido para o limbo, mas merece que v. dê uma olhada e julgue por si mesmo(a). Assim como dizem hoje em dia: "Video killed the radio star" (o que é menas verdade, eu acho), o que 'matou' Bréhier para a posteridade foi seu estilo - veja um exemplo dele no artigo Neoplatonismo e Spinozismo, em tradução de Paulo Domenech Oneto.

La philosophie du Moyen-Âge» d'Émile Bréhier reste, malgré les années qui passent, l'ouvrage phare pour une introduction à la connaissance telle qu'on la concevait et la pratiquait durant ces neuf siècles qui vont de Boèce à Maître Eckhart, en passant par les Jean Scot, Anselme, Avicenne, Averroès, Bonaventure, Thomas d'Aquin, d'Occam... Présenter tous ces maîtres à penser d'une manière succincte, sans pour autant sombrer dans la simple encyclopédie superficielle, c'est-à-dire notamment en exprimant et en pénétrant un certain «esprit» qui régnera durant toute cette période et par rapport auquel se définissent, d'une manière ou d'une autre, tous ces maîtres, est une tâche que peu de spécialistes actuels oseraient entreprendre. L'ouvrage de Bréhier n'en est que plus précieux pour nous.

La Philosophie du Moyen-Âge
Emile Bréhier

domingo, 20 de março de 2011

Algumas Músicas

My Morning Jacket - Where To Begin



http://spin.com/audio/download/24604/mmj_wheretobegin_hi.mp3

Poets of the Fall - Gravity



http://img1.moskva.com/data/uf/9980163/20/19/201905.05_Gravity.mp3

Poets of the Fall - Acoustic Gig



http://potfmedia.com/data/audio/NRJ_Accoustic_2008.mp3

Entrevista de Brassier na revista Kronos




(na ilustração: Ray Brassier [primeiro à direita do observador, usando óculos], Ian Hamilton Grant, Graham Harman, Quentin Meillassoux - representantes do Realismo Especulativo)

A revista Kronos é de Varsóvia, e eventualmente publica artigos em inglês. Esta excelente entrevista do grande Ray Brassier pode ser lida AQUI, e vou traduzir alguns trechinhos para abrir o apetite dos leitores. Acrescento que sou fã de carteirinha do homem.

KRONOS: O 'niilismo' é um dos conceitos filosóficos mais ambíguos. Qual é sua idéia dele? Você se consideraria um niilista? O niilismo exclui totalmente a religião? O que me diz da fé niilista de Meillassoux, alimentada pela inexistência de Deus?

RB: Muito simplesmente, o niilismo é uma crise de significado. Essa crise é historicamente condicionada, porque aquilo que entendemos como 'significado' é historicamente condicionado. Nós passamos de uma situação na qual o fenômeno do 'significado' era auto-evidente para outra na qual ele se tornou um enigma, e um dos principais focos da investigação filosófica. A tentativa de explicar o que é o 'significado' implica uma profunda transformação de nossa compreensão dele; uma transformação que considero que irá ser tão abrangente como as modificações de nossa compreensão do espaço, do tempo, da causalidade e da vida ocasionadas pela física e pela biologia. A visão pré-moderna do mundo, que durou diversos milênios e incluiu a transição do politeísmo para o monoteísmo, é aquela na qual o mundo e a existência humana são intrinsecamente significantes. (Digo 'é', e não 'foi', porque essa visão do mundo ainda persiste hoje em dia, mesmo entre pessoas de boa escolaridade). Nesta visão do mundo existe uma ordem natural, e ela é compreensível para os seres humanos em suas linhas gerais, ainda que não em cada um de seus detalhes particulares. A religião em geral, mas o monoteísmo em particular, oferece a chave para se decifrar essa ordem natural ao explicar a maior parte (mas não a totalidade) da intenção de Deus ao criar o mundo: Deus é bom, criou-nos à sua imagem, e assim temos que procurar ser bons e seremos recompensados com a felicidade eterna se conseguirmos, ou punidos com o sofrimento eterno se fracassarmos. Deus é a fonte definitiva e a garantia dessa ordem significativa através da qual os seres humanos são capazes de dar sentido às suas vidas em termos de uma batalha entre o pecado e a redenção, o conflito entre o bem e o mal, etc.

O surgimento da ciência natural moderna matematizada, por volta do século 16, marca o ponto no qual esta maneira de tirar sentido de nós mesmos e do mundo começa a se desenvolver. Ela não entra em colapso imediatamente, mas começa a perder sua sanção teórica oficial no discurso da teologia quando a nova ciência começa a minar as bases conceituais mais importantes desta última. No decurso de poucos séculos, a antiga suposição de que tudo existe por uma razão, de que as coisas são intrinsecamente carregadas de propósito e foram projetadas de acordo com um plano divino, é lenta mas sistematicamente desmantelada, primeiro na física, depois na química e eventualmente na biologia, onde (essa antiga suposição) durou mais. O espaço-tempo curvo, a tabela periódica e a seleção natural: nada disso é compreensível em termos narrativos. Galáxias, moléculas e organismos não existem para nada (NT - com qualquer finalidade). Por mais que tentemos, torna-se cada vez mais difícil elaborar uma narrativa racionalmente plausível sobre o mundo que satisfaça nossa necessidade psicológica por histórias que se desenvolvam a partir de um início, através de uma crise e até uma resolução definitiva.

Por certo o 'niilismo', em seu sentido mais amplo, entendido como aquela situação desagradável na qual a vida humana e a existência são condenadas em geral como 'desprovidas de significado' (isto é, 'sem propósito'), certamente é anterior ao desenvolvimento da ciência moderna (pense no Eclesiastes).Mas o surgimento da ciência moderna lhe dá uma importância cognitiva que ele não tinha antes, porque onde o niilismo pré-moderno era uma consequência de nossa impossibilidade de entender - 'Não podemos entender Deus, portanto não existe significado para criaturas de entendimento limitado como nós' - o niilismo moderno vem de seu (NT - da ciência moderna) sucesso sem precedentes - 'Nós entendemos a natureza melhor do que entendíamos, mas esse entendimento não mais requer o postulado de um significado básico'. O que ocorreu nessa reviravolta é que a inteligibilidade se tornou independente do significado: com a ciência moderna, a racionalidade conceitual se desligou das estruturas narrativas que continuam a prevalecer em teologia e na metafísica de propensões teológicas. Isto marca um decisivo passo à frente no lento processo através do qual a racionalidade humana abandonou gradualmente a mitologia, que basicamente é a interpretação da realidade em termos narrativos. O mundo não tem autor, e não existe qualquer história cifrada na estrutura da realidade. Nenhuma narrativa se desenrola na natureza, certamente não aquela narrativa monoteísta tradicional na qual o drama humano de pecado e redenção ocupava o centro do palco, e a humanidade era um espelho de Deus.



Tudo isto pode parecer uma banalidade: não é certo que os existencialistas já tinham entendido isso? Mas a diferença é que os existencialistas ainda achavam ser possível para uma consciência humana prover o significado que estava ausente na natureza: a existência pode não ter significado, mas a tarefa do homem é dar-lhe um significado. Meu argumento é que essa solução não é mais digna de crédito porque está em curso um projeto para se entender e explicar a consciência humana em termos compatíveis com as ciências naturais, termos tais que os significados gerados pela consciência podem eles mesmos ser entendidos e explicados como produtos de processos sem propósito mas perfeitamente inteligíveis, que são ao mesmo tempo neurobiológicos e socio-históricos. Minha afirmativa não é que a ciência teve sucesso em explicar a consciência, mas apenas que já foi feito considerável progresso, e o ônus da prova recai sobre aqueles que insistem em negar tal progresso e que propõem descartar essa tentativa (NT - de explicar a consciência) como sendo impossível por princípio. Já houve muitas dessas tentativas, mas não considero nenhuma delas remotamente convincente, nem deveriam considerar aqueles cientistas que estão realmente ocupados em entender e explicar a mente humana. É claro que muitos pensadores, incluindo alguns cientistas, persistem em tentar arrancar algum tipo de narrativa psicologicamente satisfatória de elementos da moderna visão científica do mundo. Mas esse esforço está fadado ao insucesso porque a própria categoria da narrativa é que foi tornada cognitivamente redundante pela ciência moderna. A ciência não tem necessidade de negar a importância de nossa evidente necessidade psicológica da narrativa; ela apenas a rebaixa de seu status metafísico previamente fundamental para o status de uma 'ficção útil' epistemicamente derivativa.

Alguns podem objetar que existe uma contradição latente entre minha negação da realidade metafísica da ordem narrativa na natureza e meu recurso a uma narrativa do progresso cognitivo na história intelectual. Mas não existe contradição: é perfeitamente possível seguir os passos do progresso explanatório no reino conceitual sem invocar alguma narrativa metafísica duvidosa sobre a inelutável marcha do Espírito para diante. Penso que a leitura reconstrutiva de Hegel por Robert Brandom faz exatamente isso - liberta o ideal normativo do progresso explanatório de sua expansão metafísica, e em última análise mitológica, no interior da história universal do Espírito.

Como Nietzsche, acho que o niilismo é uma consequência da 'vontade de verdade'. Mas à diferença de Nietzsche, não acho que o niilismo culmina com a afirmativa de que não existe verdade. Nietzsche fundiu verdade com significado, e concluiu que já que esse último é sempre resultado do artifício humano, a primeira nada mais é do que uma questão de conveniência. Entretanto, uma vez que a verdade seja descartada, tudo o que resta é a diferença entre fortalecer ou enfraquecer ficções, onde a 'vida' é a fonte fundamental do fortalecimento e árbitro definitivo da diferença entre ficções que promovem a vida e ficções que a depreciam. Como o abandono da verdade enfraquece a razão para se renunciar à ilusão, ele acaba por legitimar a elaboração de narrativas fictícias posteriores, das quais só se exige que comprovem ser 'promotoras da vida'.

Considero-me um niilista precisamente na medida em que recuso esta solução nietzscheana e continuo a acreditar na diferença entre verdade e falsidade, realidade e aparência. Em outras palavras, sou um niilista precisamente porque ainda acredito na verdade, à diferença daqueles cujo triunfo sobre o niilismo se dá às custas do sacrifício da verdade. Acho que é possível entender a falta de significado da existência, e que essa capacidade de entender o significado como um fenômeno regional ou restrito marca um progresso fundamental na cognição.

Quanto a niilismo e religião: ora, a credibilidade racional da religião pode ser criticada sem se evocar a ciência moderna ou o niilismo - Demócrito e Epicuro fizeram isso há uns dois mil anos utilizando argumentos que são válidos até hoje, ainda que os teístas prefiram ignorá-los. Mas, é claro, a irracionalidade da crença religiosa nunca impediu seu florescimento; de fato, é precisamente essa irracionalidade que a imuniza contra a refutação racional, já que a religião é projetada para satisfazer necessidades psicológicas, e não requisitos racionais. Marx estava certo: a religião jamais será erradicada até que se evapore a necessidade dela. Obviamente, essa evaporação terá que ser efetuada tanto pratica quanto cognitivamente.

Não li L'Inexistence Divine, de Meillassoux, então não sei que tipo de argumentos ele utiliza para legitimar a hipótese de um inexistente 'Deus-por-vir'. Estou certo de que esses argumentos devem ser excepcionalmente engenhosos. Mas permaneço cético, já que não vejo qualquer necessidade para essa hipótese. De fato, vejo essa constante fascinação filosófica pelo monoteísmo como profundamente perniciosa e acho que se deve declarar uma moratória para que se evite qualquer 'especulação sobre Deus' por parte dos filósofos. Não acho que seja mera coincidência que a crítica da racionalidade científica da maior parte da filosofia do século 20 caminhe de mãos dadas com uma restauração de temas teológicos. Obviamente a religião satisfaz necessidades humanas profundas, mas ela tem sido uma catástrofe cognitiva que impediu continuamente o progresso epistêmico - em oposição ao revisionismo pernicioso que afirma que o monoteísmo sempre esteve ao lado da ciência e da verdade. O conhecimento humano progrediu a despeito da religião, nunca por causa dela. Os filósofos simplesmente não deveriam ter nada a ver com ela.


*********


Da Wikipedia
Ray Brassier is a member of the Philosophy faculty at the American University of Beirut, Lebanon, known for his work in philosophical realism. He was formerly Research Fellow at the Centre for Research in Modern European Philosophy at Middlesex University, London, England.

He is the author of Nihil Unbound: Enlightenment and Extinction (...) Brassier is of mixed French-Scottish ancestry, and his family name is pronounced in the French manner.

Along with Quentin Meillassoux, Graham Harman, and Iain Hamilton Grant (
veja a foto que ilustra essa postagem) , Brassier is one of the foremost philosophers of contemporary Speculative Realism interested in providing a robust defense of philosophical realism in the wake of the challenges posed to it by post-Kantian critical idealism, phenomenology, post-modernism, deconstruction, or, more broadly speaking, "correlationism". Brassier is generally credited with coining the term "speculative realism," though Meillassoux had earlier used the phrase "speculative materialism" (matérialisme spéculatif) to refer to his own position.

James Gleick - a Era da Informação


James Gleick, the author of the best sellers Chaos and Genius, now brings us a work just as astonishing and masterly: a revelatory chronicle and meditation that shows how information has become the modern era’s defining quality—the blood, the fuel, the vital principle of our world.


The story of information begins in a time profoundly unlike our own, when every thought and utterance vanishes as soon as it is born. From the invention of scripts and alphabets to the long-misunderstood talking drums of Africa, Gleick tells the story of information technologies that changed the very nature of human consciousness. He provides portraits of the key figures contributing to the inexorable development of our modern understanding of information: Charles Babbage, the idiosyncratic inventor of the first great mechanical computer; Ada Byron, the brilliant and doomed daughter of the poet, who became the first true programmer; pivotal figures like Samuel Morse and Alan Turing; and Claude Shannon, the creator of information theory itself.


And then the information age arrives. Citizens of this world become experts willy-nilly: aficionados of bits and bytes. And we sometimes feel we are drowning, swept by a deluge of signs and signals, news and images, blogs and tweets. The Information is the story of how we got here and where we are heading.About the AuthorJames Gleick is our leading chronicler of science and modern technology. His first book, Chaos, a National Book Award finalist, has been translated into twenty-five languages. His best-selling biographies, Genius: The Life and Science of Richard Feynman and Isaac Newton, were short-listed for the Pulitzer Prize.

The Information: A History, a Theory, a Flood
James Gleick

A mente e a arte de Shakespeare


Dowden's critical study of 1875 approaches Shakespeare from the human side, showing how Shakespeare the man is visible through his art. Moving from Shakespeare's early plays to his late period, and grouping the plays according to key stages in his career, the book traces the growth of Shakespeare's intellect and character from youth to full maturity. Dowden does not seek to align Shakespeare with any particular single character from his plays, but sees aspects of Shakespeare in many of his dramatic creations, demonstrating how Shakespeare represents many different sides of human life. The reader is provided with an insight into the questions at the forefront of Shakespeare's mind, his most intense moments of inspiration and his discoveries about human life. Outlining the differences between the youthful Shakespeare and Shakespeare as a mature and experienced man, the book enables us to better understand Shakespeare's character and genius.

Shakespeare: A Critical Study of his Mind and Art
Edward Dowden

Linguagem, Pensamento e Realidade


This is the first work to apply complex systems science to the psychological interplay of order and chaos. The author draws on thought from a wide range of disciplines-both conventional and unorthodox-to address such questions as the nature of consciousness, the relation between mind and reality, and the justification of belief systems. The material should provoke thought among systems scientists, theoretical psychologists, artificial intelligence researchers, and philosophers.

Chaotic Logic: Language, Thought, and Reality from the Perspective of Complex Systems Science
Ben Goertzel

Blogs de ciência recomendados pela Discover Magazine:

80 Beats
A Blog Around the Clock
Adventures in Ethics and Science
Aetiology
Alice Bell
Ars Technica
Arthropoda
Atlantic Science
Babel's Dawn
Bad Astronomy
Bad Science
BPS Research Digest Blog
Cancer Research UK Science Update Blog
Child's Play
Cocktail Party Physics
Collision Detection
Culture Dish
Culturing Science
Deep Sea News
Discoblog + NCBI ROFL
Dot Earth
Dr Petra Boynton
Drugmonkey
EarthLab
Embargo Watch
Epiphenom
Evolving Thoughts
Finite Attention Span
Fistful of Science
Gary Schwitzer's HealthNewsReview
Gene Expression
Genetic Future
Genomeboy
Genomicron
Gimpy's Blog
Highly Allochthonous
Ionian Enchantment
JL Vernon Presents American Psico
Joanne Loves Science
John Pavlus
Just a Theory
Lab Rat
Laelaps
Last Word on Nothing
Lay Scientist
Loom
Mark Changizi
Mind Hacks
Myrmecos
Neuroanthropology
Neurologica
Neuron Culture
Neurophilosophy
Neurotic Physiology (SciCurious)
Neurotribes
Obesity Panacea
Observations of a Nerd
On Becoming a Domestic and Laboratory Goddess
Open Minds and Parachutes
Political Science (Evan Harris)
Predictably Irrational
Retraction Watch
Save Your Breath for Running Ponies
Schooner of Science
Science Punk
ScienceLine
ScienceLush
Sentence First
Sex, Drugs and Rockin' Venom – Confessions of an Extreme Scientist
Skepchick
Speakeasy Science
Superbug
Take as Directed
Terra Sigillata
Tetrapod Zoology
The Artful Amoeba
The Chicken or the Egg
The Examining Room of Dr Charles
The Flying Trilobite
The Frontal Cortex
The Gleaming Retort
The Great Beyond
The Intersection
The Inverse Square Blog
The Millikan Daily
The Primate Diaries
The Science Project
Thoughtomics
Thus Spake Zuska
TYWKIWDBI
Vagina Dentata
Voyages Around my Camera
Weird Bug Lady
White Coat Underground
Why Evolution is True
Wild Muse
Wired Science
Words of Science
XKCD
Zooillogix

sexta-feira, 18 de março de 2011

Soltando os cachorros


No site South Australian Roots & Blues pode-se ouvir "streaming" ou gravar dezenas de podcasts de blues e aparentados, em sua maioria de qualidade superior. No exemplo acima, o número 100 solta os cachorros e excede em vibração e bom gosto.


Na ilustração: Sea Sick Steve
Podcast 100. July's edition of Blues Time.

Artist - Album
1 Col Ray Price - Col Ray Price.
2 Seasick Steve & the Level Devils - Cheap.
3 Rob Tognoni - 2010db.
4 Rufus Hull - Rufus Hull.
5 Paul Karapiperis - 15 raindrops in an ocean of blues tales.
6 JP Soars - Back of my mind.
7 Az Kenny Tsak & 56 Deluxe - Like I do.
8 Sweet Baby James & Rob Eyers - R&B.
9 Jeff Lang and Chris Whitely - Dislocation Blues.
10 Koko Taylor - Old school.
11 Big Gilson - Sentenced to living.
12 The Beasts of Bourbon - Little Animals.
13 Etta James - Blues to the bone.
14 Jack Derwin - Bend it.
Theme music by Rob Tognoni and from the album 2010db.
Download quality MP3
50.4 MB (52,931,692 bytes)
Quality: MP3 PRO VBR 95-150
Duration: 62.18

http://sablues.org/pod2.htm

quinta-feira, 17 de março de 2011

Algumas Músicas

SA Roots and Blues - SARB Podcast 71 SA Roots and Blues - SARB Podcast 71 - 1 hora 03 min 53 seg




http://sablues.org/sablues_podcasts/sablues_podcast71.mp3

Introdução à Neuroanatomia Funcional


The authors of the most cited neuroscience publication, The Rat Brain in Stereotaxic Coordinates, have written this introductory textbook for neuroscience students. The text is clear and concise, and offers an excellent introduction to the essential concepts of neuroscience.
. Based on contemporary neuroscience research rather than old-style medical school neuroanatomy
. Thorough treatment of motor and sensory systems
. A detailed chapter on human cerebral cortex
. The neuroscience of consciousness, memory, emotion, brain injury, and mental illness
. A comprehensive chapter on brain development
. A summary of the techniques of brain research
. A detailed glossary of neuroscience terms
. Illustrated with over 130 color photographs and diagrams
This book will inspire and inform students of neuroscience. It is designed for beginning students in the health sciences, including psychology, nursing, biology, and medicine.

The Brain: An Introduction to Functional Neuroanatomy
Charles Watson, Matthew Kirkcaldie, & George Paxinos

Manual de Psicologia Evolutiva


The Oxford Handbook of Evolutionary Psychology provides a comprehensive overview of the latest developments in this fast-growing area of research. With contributions from over fifty experts in the field, the range and depth of coverage is unequalled. In addition to well studied areas of investigation, such as mate choice and reproduction, the volume also includes chapters on the philosophical underpinnings of evolutionary psychology, comparative perspectives from other species, recent neurobiological findings, and gets to grips with the issue of cultural evolution in relation to human psychology. All the chapters combine a solid review of the relevant literature with well reasoned arguments and robust discussions of the major findings, as well as original insights and suggestions for future work. All the chapters are written by active researchers in the field of evolutionary psychology and so, as might be expected, a wide diversity of opinions is presented. The critical, wide-ranging and diverse discussions are thought-provoking and, taken together, the handbook as a whole provides a well balanced assessment of current research, from both theoretical and empirical perspectives. In addition, the editors provide an initial chapter and section introductions that place the contributions in context and help guide the reader by highlighting the major themes raised by the contributors. While each chapter thus stands on its own, and the book can be used as a work of reference, the integration of themes across chapters and sections means it can also be read in its entirety as a complement to textbooks and other publications in the field. The Oxford Handbook of Evolutionary Psychology is the definitive text on this burgeoning field.

The Oxford Handbook of Evolutionary Psychology
Dunbar & Barrett (editors)
Oxford University Press 2007 DJVU 698 pages 50.47 mb
http://uploading.com/files/dd8b4e8d/_gkbsjx36FPX.djvu/ ou
http://www.filesonic.com/file/205361721/_gkbsjx36FPX.djvu

Heidegger - Ser e Tempo


Martin Heidegger paved the road trod on by the existentialists with the 1927 publication of Being and Time. His encyclopedic knowledge of philosophy from ancient to modern times led him to rethink the most basic concepts underlying our thinking about ourselves. Emphasizing the "sense of being" (dasein) over other interpretations of conscious existence, he argued that specific and concrete ideas form the bases of our perceptions, and that thinking about abstractions leads to confusion at best. Thus, for example, "time" is only meaningful as it is experienced: the time it takes to drive to work, eat lunch, or read a book is real to us; the concept of "time" is not.
Unfortunately, his writing is difficult to follow, even for the dedicated student. Heidegger is best read in German: his neologisms and other wordplay strain the talents of even the best translators. Still, his thoughts about authentic being and his turning the philosophical ground inspired many of the greatest thinkers of the mid 20th century, from Sartre to Derrida. Unfortunately, political and other considerations forced Heidegger to leave Being and Time unfinished; we can only wonder what might have been otherwise. Rob Lightner

Being and Time: A Translation of Sein und Zeit
Martin Heidegger
State University of New York Press 1996 487 pages PDF 33 MB http://uploading.com/files/38649a7e/0791426777Being.rar/

terça-feira, 15 de março de 2011

Algumas Músicas - The Lift

The Lift - Story of Illusion



http://www.hdfest.com/music/pop/thelift/Story.mp3

The Lift - Graduation Song



http://www.hdfest.com/music/pop/thelift/Graduation_Song.mp3

The Lift - Freedom Day



http://www.hdfest.com/music/pop/thelift/Freedom_Day.mp3


The Lift - Black Coffee



http://www.hdfest.com/music/pop/thelift/Black_Coffee.mp3

Dougie MacLean - Inside the Thunder

Mais um discaço!

Dougie MacLean - Inside the Thunder (2006)
MP3 CBR 320Kbps / 118 Mb 10 tracks Covers
Scottish Folk Dunkeld Records / Blix Street Records RAR Time: 45:28

The pervading mood on Inside the Thunder, Dougie MacLean's first album in several years, is sadness. The title comes from "Song for Johnny," a tribute to the late Johnny Cunningham, who was once replaced by MacLean in the band Silly Wizard. "It seems we never learned to play it slow," MacLean sings, "We just danced inside the thunder." But on the album, he seems to have learned finally to play it slow. These are deliberately paced songs with attractive folk-rock arrangements, many of the instruments played by MacLean's son Jamie MacLean, who also produced, engineered, mixed, and even mastered the record. MacLean sings them wistfully and with occasional touches of anger...

Tracks:
1. Not Look Down (4:27)
2. Song for Johnny (3:59)
3. Home (4:39)
4. Seventh Sea (5:28)
5. Strathmore (5:21)
6. Eternally You (5:26)
7. Open Fields (4:24)
8. It's Not for Me (3:33)
9. Into the Flames (4:30)
10. Beside You (3:43)
Credits:
Ross Ainslie - Whistle (Human)
Gordon Duncan - Bagpipes, Whistle (Human)
Al Ferguson - Guitar (Electric)
Greg Lawson - Viola, Violin

John Mayer


Se v. gostou das músicas dele postadas ontem, veja também um vídeo legal de Gravity que descobri no YouTube:


segunda-feira, 14 de março de 2011

Algumas Músicas - John Mayer

John Mayer Trio - Another Kind Of Green



http://www.musicianslovejohnmayer.com/files/07.John_Mayer_Trio-Another_kind_of_green.mp3

John Mayer Trio - Gravity



http://musicianslovejohnmayer.com/audio files/04.John_Mayer_Trio-Gravity.mp3

John Mayer - Heartbreak Warfare



http://hield.com.cn/html/main/music/heartbreak_warfare.mp3

John Mayer - Why Georgia



http://www.sobermusicians.com/Tunes/why_georgia.mp3

John Mayer - Waiting On The World To Change



http://blog.lib.umn.edu/brow2155/architecture/01 Waiting On The World To Change.mp3

John Mayer - St Patricks Day



http://matt.warplabs.com/uploads/19.mp3

Harmonia


Harmony, Heinrich Schenker's first published work, originally appeared in German in 1906 as "New Musical Theories and Phantasies, by an Artist." Its unusual title indicates what was to be the rationale of Schenker's lifework, that artistic problems call for artistic solutions. Schenker's dedication to the formulation of a complete musical theory above the commonplace theoretical discussions was, in essence, his quest for a pattern in nature for music as art. Schenker's theory draws upon a profound understanding of the works of the masters and every proposition is illustrated by a living musical example.

Harmony
Heinrich Shencker
University of Chicago Press 1954 PDF 391 pages 14,5 mb
http://www.filesonic.com/file/199471201/Harmony.pdf

A matemática de Jorge Luis Borges


"The Library of Babel" is arguably Jorge Luis Borges' best known story--memorialized along with Borges on an Argentine postage stamp. Now, in The Unimaginable Mathematics of Borges' Library of Babel, William Goldbloom Bloch takes readers on a fascinating tour of the mathematical ideas hidden within one of the classic works of modern literature.

The Unimaginable Mathematics of Borges' Library of Babel
William Goldbloom Bloch

A obra completa de Lewis Carroll


Everything that Lewis Carroll ever published in book form appears in this volume. In addition, at least ten of the shorter pieces have never appeared in print except in their original editions. Included are: "Alice's Adventures in Wonderland" "Through the Looking-Glass" "Sylvie and Bruno" "Sylvie and Bruno Concluded" "The Hunting of the Snark" & all of the poetry, essays, phantasmagoria along with a substantial collection of the miscellaneous writings.

The Complete Works of Lewis Carroll
Lewis Carroll
Vintage 1976 1293 pages Djvu 12,7 MB
http://uploading.com/files/fam4d2md/0394716612Complete.rar/

domingo, 13 de março de 2011

Orphan Studio

Esse estúdio de gravação de Atlanta tem diversos contratados de qualidade, que o site da Orphan exemplifica. Aqui estão apenas algumas amostras (pirateadas do próprio site deles) para nossos leitores julgarem por si mesmos. Vou ver se arranjo uns disquinhos dos melhores.

Scott Little - Little Bit of Rain



http://orphanstudio.com/audio/LittleBitOfRain.mp3

John Austin - Poverty Lines



http://orphanstudio.com/audio/PovertyLinesmk.mp3

Kristin Markiton - Wandering Moon



http://orphanstudio.com/audio/WanderingMoon.mp3

The District - Didn't Expect



http://orphanstudio.com/audio/didntexpect.mp3

The District - Jennifer



http://orphanstudio.com/audio/jennifer.mp3

John Austin - Losing Oxygen



Carolyn Evans - Tenderness



http://orphanstudio.com/audio/tenderness.mp3

sexta-feira, 11 de março de 2011

Uma Música

Billy Bragg & Wilco - California Stars



http://indiemuse.com/wp-content/uploads/2008/01/02 California Stars.mp3

Como funcionam os SSRIs

(Acima: ilustração 3 do artigo traduzido - em parte - logo abaixo)

Os SSRIs (selective serotonin reuptake inhibitors - inibidores seletivos da retomada de serotonina) são uma classe de remédios para depressão que têm dado bons resultados quando receitados corretamente. Sempre que lia sobre eles, eu ficava imaginando como seria essa inibição do reuptake, até que um dia soube como se dava o processo. Mas uma explicação bem simplezinha - e bem ilustrada - que pudesse virar uma postagem interessante aqui no CLM nunca apareceu (nem podia: as coisas não aparecem do nada, e eu não procurei com afinco suficiente).

Agora dei de cara com uma 'propaganda' do Prozac feita pela universidade americana Duke, uma prática comum nesses tempos bicudos (mas leia o documento do NHS, mais abaixo), que explica razoavelmente o processo e tem três ilustrações despretenciosas que dão o recado.

Como Funcionam os Antidepressivos

Como os antidepressivos agem para afetar o humor?
Considera-se que as pessoas com depressão têm níveis baixos de dois neurotransmissores, serotonina e norepinefrina, em seus cérebros. Normalmente, a serotonina (fig. 1) e a norepinefrina são liberadas por um neurônio em uma sinapse - a conexão entre dois neurônios. Estas substâncias químicas, então, podem se ligar a proteínas ou a receptores de um neurônio vizinho chamado de neurônio pós-sináptico. Isto faz com que um conjunto de sinais seja distribuido através do cérebro e para outras partes do corpo.

Uma vez enviado o sinal, o neurotransmissor deve ser removido do espaço sináptico. A serotonia e a norepinefrina são removidas por transportadores do neurônio pré-sináptico, que as levam de volta para o interior desse neurônio para serem destruídas ou reutilizadas (fig. 2).

Os antidepressivos restauram os neurotransmissores no espaço sináptico
Se os níveis de serotonina e norepinefrina estiverem mais baixos nos indivíduos deprimidos, aumentar esses níveis pode auxiliar no tratamento da depressão. Os SSRIs e os SNRIs (o N representa a norepinefrina) ajudam a aumentar os níveis de serotonina e norepinefrina no espaço sináptico ao evitar que o neurônio pré-sináptico transporte os neurotransmissores de volta para seu interior (fig. 3). Isto resulta em níveis maiores de serotonina e de norepinefrina no espaço sináptico. Mais receptores são ativados, e a pessoa se sente menos deprimida.

O artiguinho prossegue com a recomendação de Prozac (o SSRI fluoxetina) para adolescentes e termina com o caveat de que o tratamento tem excelente margem de sucesso se combinado com CBT (cognitive behavioral therapy - terapia cognitiva comportamental). Dado o que já li sobre CBT, ela é uma opção preferencial (e não só para depressão) com relação a outras terapias de mesma finalidade.

Para terminar por enquanto, temos o artigo que é fonte dessa postagem da Duke:

March, JS et al. (2004) “Fluoxetine, Cognitive-Behavioral Therapy, and Their Combination for Adolescents with Depression.” Journal of the American Medical Association 292:807-820.

Quanto ao documento do NHS (National Health Services - o 'ministério da saúde' do UK), veja AQUI. Nele, a utilização da fluoxetina também é recomendada, mas sem a bênçao da FDA, isto é, se o paciente não tolerar bem o Prozac outros SSRIs podem ser utilizados como segunda opção. Anyways, os SSRIs são recomendados apenas na depressão grave, e o NHS veta o uso de paroxetina, venlafaxina, antidepressivos tricíclicos e hipérico (St John's Wort) para crianças e adolescentes. O artigo de March (que está afiliado à Duke) é de 2004, enquanto que o documento do NHS é de 2009 e foi revisado em fevereiro de 2011.

Nesse documento do NHS está o link para outro, de 68 páginas: Clinical Guideline 28 - Depression in children and young people: identification and management in primary, community and secondary care, onde é recomendada nominalmente a CBT para crianças e adolescentes com depressão (p. 6 , p. 54 etc.). Da p. 60 em diante há um excelente glossário (que no entanto não traz SSRI ou SNRI).


Alguns pacientes que têm seus sintomas de depressão aliviados por SSRIs fazem uma homenagem singela à serotonina usando um colar com sua molécula: