segunda-feira, 31 de maio de 2010

Dustin Kensrue - Pistol


Música, evolução biológica e o cérebro


Music, biological evolution, and the brain
Aniruddh D. Patel 2010
The Neurosciences Institute, San Diego, CA

ADP é autor do consagrado livro abaixo, que fez um sucesso danado e vendeu um trilhão de exemplares (só em Votuporanga, imagine no resto do mundo...) Anyways, esse artigo mais recente, como diz o abstract abaixo, oferece uma nova perspectiva teórica sobre a evolução da música. Vamos ler, então, para saber o que está acontecendo.

Patel, A.D. (2008). Music, Language, and the Brain. New York: Oxford Univ. Press.

Abstract. Esse ensaio oferece uma nova perspectiva teórica sobre a evolução da música. Atualmente, diversas teorias adaptacionistas postulam que a capacidade humana para a música é um produto da seleção natural, refletindo o valor de sobrevivência de comportamentos musicais do passado de nossa espécie (e.g., Wallin et al., 2000). Contrastando bastante com isso, uma proeminente teoria não-adaptacionista da música argumenta que a música é uma invenção humana e biologicamente inútil (Pinker, 1997). Eu argumento que as pesquisas sobre música e cérebro não sustentam nenhum desses dois pontos de vista. Contrariamente às teorias adaptacionistas, as pesquisas neurocientíficas sugerem que a existência da música pode ser explicada sem se invocar qualquer especialização cerebral de base evolutiva ref. às habilidades musicais. E, contrariamente às alegações de Pinker, as pesquisas neurocientíficas sugerem que a música pode ser biologicamente poderosa. Por biologicamente poderosa, quero dizer que os comportamentos musicais (por exemplo, tocar, ouvir) podem ter efeitos duradouros sobre funções cerebrais não-musicais, como a linguagem e a atenção, em vidas individuais. Assim, teoriza-se que a música seja uma invenção humana biologicamente poderosa, ou uma 'tecnologia transformativa da mente'.

A chave-mestra do funcionamento do cérebro

Brain's Master Switch Is Verified

ScienceDaily (May 9, 2010)A proteína que os cientistas há muito tempo desconfiam ser a chave-mestra que permite que os cérebros funcionem foi confirmada recentemente por um pesquisador da Iowa State University.

Yeon-Kyun Shin, professor de bioquímica, biofísica e biologia molecular na ISU, demonstrou que a proteína conhecida como synaptotagmin1 (Syt1) é o único disparador da liberação de neurotransmissores do cérebro.

Antes dessa pesquisa, a Syt 1 era considerada comoparte da estrutura proteínica (não a única proteína) que ativava a liberação de neurotransmissores a 10 partes por milhão de cálcio. A pesquisa de Shin foi publicada na edição corrente do journal Science.

"A Syt 1, anteriormente, era um dos supeitos, mas as pessoas não conseguiam indicar precisamente que ela é a tal, ainda que tivessem feito muitos e muitos experimentos", disse Shin.

"Nesse caso, estamos tentando mostrar no laboratório que ela é a tal. Então excluimos tudo o mais e incluimos as proteinas SNARE - o maquinário da liberação, e a Syt 1 é um timer sensível a cálcio".

A Syt 1 sente, na proporção de 10 ppm de cálcio, e instrui o complexo SNARE a abrir o poro para permitir o movimento dos neurotransmissores.

A atividade cerebral ocorre quando os neurotransmissores se movem para dentro de um poro de fusão.

Shin e seus pesquisadores foram capazes de isolar a proteína utilizando uma nova técnica chamada de método de fusão de vesícula única (single vesicle fusion method). Utilizando esse método, foram capazes de criar e monitorar um evento isolado de fusão.

As pesquisas anteriores não permitiam que os cientistas vissem eventos isolados, exigindo, ao invés, que numerosos eventos fossem detectados e então tirava-se uma média desses eventos, disse Shin. Shin, que observa a atividade cerebral há 15 anos, está feliz com a descoberta.

"Estamos bastante animados por demonstrarmos pela primeira vez que a Syt 1 é realmente o que dispara o sinal no cérebro", disse ele. "Isto é uma coisa realmente importante em termos das neurociências. Isto é o âmago da parte molecular da função cerebral".

Shin acredita que sua descoberta pode ser útil para se entender distúrbios cerebrais como autismo, epilepsia e alguns outros.

Enquanto pesquisava a função cerebral, Shin demonstrou previamente que tomar drogas à base de estatina para baixar o colesterol pode na verdade inibir alguma função cerebral.


Journal Reference:
H. K. Lee, Y. Yang, Z. Su, C. Hyeon, T. S. Lee, H. W. Lee, D. H. Kweon, Y. K. Shin, T. Y. Yoon. Dynamic Ca2+ -Dependent Stimulation of Vesicle Fusion by Membrane-Anchored Synaptotagmin 1. Science, 2010; 328 (5979): 760 DOI: 10.1126/science.1187722

Bob Dylan


A towering figure in American culture and a global twentieth-century icon, Bob Dylan has been at the centre of American life for over forty years. The Cambridge Companion to Bob Dylan brings fresh insights into the imposing range of Dylan's creative output. The first Part approaches Dylan's output thematically, tracing the evolution of Dylan's writing and his engagement with American popular music, religion, politics, fame, and his work as a songwriter and performer. Essays in Part II analyse his landmark albums to examine the consummate artistry of Dylan's most accomplished studio releases. As a writer Dylan has courageously chronicled and interpreted many of the cultural upheavals in America since World War II. This book will be invaluable both as a guide for students of Dylan and twentieth-century culture, and for his fans, providing a set of new perspectives on a much-loved writer and composer.

The Cambridge Companion to Bob Dylan
Kevin J. H. Dettmar - editor

Cambridge university Press 2009 PDF 204 pg
http://rapidshare.com/files/266908440/Cambridge_Companion_to_Bob_Dylan.pdf

As letras das músicas:

Bob Dylan's Lyrics
http://www.oneworldnet.co.uk/ebooks/freeebooks/dylanlyrics.pdf

O site http://folkmusicrocknroll.blogspot.com/ disponibiliza quase toda a discografia de Bob Dylan para download.

domingo, 30 de maio de 2010

Olha o slow swing do cara...



Peter Mulvey - Charlie .mp3
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http://www.petermulvey.com/mp3s/PeterMulvey_Charlie.mp3

Vivendo e Aprendendo com Adam Phillips


Adam Phillips dirigiu (trabalhou lá 17 anos. CLM) o Serviço de Psicoterapia Infantil do Hospital de Charing Cross, em Londres. Psicanalista e ensaísta de renome, publicou vários livros, de entre os quais se destacam Winnicott, On Kissing, Tickling and Being Bored, On Flirtation, Terrors and Experts, Promises, Promises (que inclui um ensaio sobre Fernando Pessoa, «Pessoa’s Appearances»), e Going Sane. Escreve regularmente na London Review of Books, no Observer e no The New York Times. É o coordenador da nova edição de Freud na colecção Modern Classics da Penguin.


A propósito de fazer uma crítica do livro de Alexander Waugh, Phillips escreve excelente artigo sobre Wittgenstein:
Self-Made Aristocrats
Adam Phillips
The House of Wittgenstein: A Family at War by Alexander Waugh
Bloomsbury, 366 pp, £20.00, September 2008

E temos também seu artigaço sobre Freud e a psicanálise:
Bored with Sex?
Adam Phillips
London Review of Books , Vol. 25 No. 5 · 6 March 2003

Leia também um pequeno resumo de suas 'reclamações' sobre nossa cultura ocidental:
As dez denúncias do psicanalista Adam Phillips
Sábado, 17 de abril de 2010, de Teófilo Júnior

Yes, ele é o psicanalista e escritor inglês que procura ensinar seus semelhantes a enxergar a realidade desse vale de lágrimas (ou será 'mundo cruel'?) e ficar pianinho. Sua 'filosofia' é bastante parecida com o ideário dos Estóicos (os filósofos gregos e romanos, não o pessoal das filas do SUS e assemelhados): veja o livro do grande A. A. Long que postei hoje para acompanhar essa matéria sobre Phillips, porque é um pitéu por si mesmo, um livro notável por sua erudição sem afetações e altíssima legibilidade. Vou traduzir uns trechos esparsos do artigo de Stuart Jeffries (no Guardian) sobre Phillips para abrir o apetite dos leitores, e por isso não se espere continuidade ('fluxo') no texto abaixo. Se v. acha que não sabe inglês, repito o que sempre digo: com aquele inglês de segundo grau e um dicionário pode-se entender uns 90% de tudo, o que já uma taxa de lucro sensacional.

Happiness is always a delusion
Stuart Jeffries
The Guardian, Wednesday 19 July 2006
Quando os editores de Adam Phillips nos Estados Unidos estavam planejando uma edição americana de seu livro Going Sane (mais ou menos 'procurando a sanidade'), eles insistiram em dar-lhe um título mais animador. A idéia, se não o aborreceu, pelo menos o distraiu. "A senhora da editoria me disse: 'Que tal Maps of Happiness?' Achei que ela estava brincando, então retruquei, 'Que tal Maps Against Happiness? E ela disse 'Acho que não. Against (contra) é uma palavra muito negativa'".

O título proposto incomodou porque Phillips é contra guias para a felicidade. "Uma cultura obsecada com felicidade deve estar realmente desesperada, não é mesmo? Senão, por que alguém se incomodaria com a coisa toda?" perguntou o psicanalista, fechando os olhos como faz repetidamente durante uma entrevista, inclinando-se depois para frente e colocando a cabeça entre as mãos. "Torna-se uma preocupação porque existe tanta infelicidade. A idéia de que reiterando bastante a palavra todos nós nos alegraremos é um disparate". (O editor americano ganhou a parada, e o livro recebeu o subtítulo de Maps of Happiness).

Mas o conteúdo do livro leva o leitor para longe da destinação enganosa da felicidade. Este sempre foi o objetivo de Phillips enquanto cartógrafo da psique humana. Por exemplo, ele escreveu em seu maravilhoso Darwin's Worm: "As fantasias tirânicas de nossa própria perfectibilidade estão à espreita em nossos ideais mais simples, indicam Darwin e Freud, de modo que que qualquer ideal se torna outra desculpa para punição. Vidas dominadas por ideais impossíveis, honestidade completa, conhecimento absoluto, felicidade perfeita e amor eterno são experimentadas como um fracasso sem fim".

Uma das surpresas para os leitores é que Phillips nunca enuncia seu credo. Frank Kermode expressou o adjetivo 'phillipsiano' para demonstrar o que Lisa Appignanesi chamou de 'um estilo vívido e paradoxal que te leva a pensar que v. pegou uma idéia pela cabeça, para logo descobrir que a está segurando pelo rabo'. Esse estilo levou alguns críticos à exasperação. Carmen Calil o acusou de 'mostrar a arrogância de um homem que ninguém contradiz há muito tempo'.

Aí tivemos Going Sane, no ano passado, cuja parte final pode ser tomada como o mais próximo do que seria uma afirmativa sobre o que é uma boa vida, vinda de Phillips. Ele escreveu: "A sanidade envolve aprender a apreciar o conflito, e desistir de todos os mitos sobre harmonia, consistência e redenção".

Frequentemente seu tema é o estranho caráter do desejo humano. Não somos apenas máquinas evolutivas. "A psicanálise darwinista envolveria ajudá-lo a se adaptar, encontrar seu nicho e reproduzir-se", diz ele. "A psicanálise freudiana sugere que existe algo além e acima disso. São partes de nós - que não querem viver, que odeiam nossos filhos, que desejam que fracassemos. Freud está dizendo que existe alguma coisa estranha quanto aos seres humanos: eles recalcitram em reconhecer o que supostamente é o projeto deles. Isso me parece bastante persuasivo".

O ceticismo de Phillips sobre a desejabilidade da felicidade humana não é de fachada. Afinal, ele vive em uma sociedade onde o governo nomeou um czar da felicidade e onde a depressão tornou-se tão dispendiosa em termos de dias de trabalho perdidos que são necessários os chamados 'centros de felicidade' que administram cursos de terapia comportamental cognitiva (CBT - cognitive behavioural therapy) para nos levantar o astral e fazer com que os ingleses voltem ao trabalho.

Ele está dizendo que o sofrimento é necessário para a vida examinada (pela terapia)? "Não, o sofrimento não é essencial. É apenas inevitável. Todas as formas de sofrimento são ruins, mas algumas são inevitáveis. Precisamos chegar a termos com elas ou sermos capazes de suportá-las".

Mais um artigo:
That way sanity lies
A psychoanalyst who hates the 'intrusiveness' of therapy, a rigorous sceptic whose brilliant books have tackled despair, disillusionment, boredom and ... tickling. Now, Adam Phillips has turned his focus on the elusive concept of Being Sane. Here, he talks to Sean O'Hagan about the madness at the heart of modern life
Sean O'Hagan
The Observer, Sunday 13 February 2005

Agora, veja um livro de Adam Phillips, em parceria com Leo Bersani, Professor Emeritus de literatura dos séculos 19 e 20, psicanálise e literatura, literatura e artes visuais e crítica cultural da University of California - Berkeley (veja a lista de seus livros em http://french.berkeley.edu/people/detail.php?person=20 )
Intimacies
Leo Bersani & Adam Phillips
University Of Chicago Press 2008 PDF 144 pages 1.07 MB
http://www.megaupload.com/?d=9WY5GZD1
Diz a editoria: Two gifted and highly prolific intellectuals, Leo Bersani and Adam Phillips, here present a fascinating dialogue about the problems and possibilities of human intimacy. Their conversation takes as its point of departure psychoanalysis and its central importance to the modern imagination—though equally important is their shared sense that by misleading us about the importance of self-knowledge and the danger of narcissism, psychoanalysis has failed to realize its most exciting and innovative relational potential.

In pursuit of new forms of intimacy they take up a range of concerns across a variety of contexts. To test the hypothesis that the essence of the analytic exchange is intimate talk without sex, they compare Patrice Leconte’s film about an accountant mistaken for a psychoanalyst, Intimate Strangers, with Henry James’s classic novella The Beast in the Jungle. A discussion of the radical practice of barebacking—unprotected anal sex between gay men—delineates an intimacy that rejects the personal. Even serial killer Jeffrey Dahmer and the Bush administration’s war on terror enter the scene as the conversation turns to the way aggression thrills and gratifies the ego. Finally, in a reading of Socrates’ theory of love from Plato’s Phaedrus, Bersani and Phillips call for a new form of intimacy which they term “impersonal narcissism”: a divestiture of the ego and a recognition of one’s non-psychological potential self in others. This revolutionary way of relating to the world, they contend, could lead to a new human freedom by mitigating the horrifying violence we blithely accept as part of human nature.Charmingly persuasive and daringly provocative, Intimacies is a rare opportunity to listen in on two brilliant thinkers as they explore new ways of thinking about the human psyche.

Ensaios sobre a Filosofia dos Estóicos


"Long's discussions enjoy consistently thorough contextualization; psychology cannot be understood without natural philosophy, nor dialectic without ethics, and Long's case studies show both that and how that is the case, in persuasive detail and with enviable clarity. The pieces fall into three subject areas: intellectual and cultural inheritance, ethics, and psychology." - Catherine Atherton, New College, Oxford "A. A. Long's Stoic Studies does far more than bring together a set of important papers on Stoicism. Read together, the papers in this collection paint two pictures. One is of the author and his broad-minded pursuit of an intellectual 'fascination,' a pursuit carried out with historical and literary rigour as well as considerable philosophical ingenuity. The other is of the Stoic school itself, emerging from a passion for Socratic arguments.... It is a long and remarkably rich philosophical history, and Tony Long has done a very great deal to help others feel its fascination." - Brad Inwood, University of Toronto "Long writes in a lucid, engaging way, even when treating difficult subjects or referring to complex scholarly and philosophical debates. He has a special gift for combining, in thirty pages or so, an illuminating survey of a topic with at least one sustained analysis of a key text or theory. As a result, this collection has a coherence and internal development that makes it comparable with a good monograph." - Christopher Gill, University of Exeter The papers in this collection discuss the Stoic school of philosophy using intellectual and cultural inheritance, psychology and ethics to present a picture of the school itself and it's thought.

Stoic Studies (Hellenistic Culture and Society)
A. A. Long
University of California Press 2001 325 Pages PDF 13 MB
http://www.megaupload.com/?d=T24XH6GF ou
http://depositfiles.com/files/tj5cynrah

Psiquiatria e Ciência do Comportamento


This uniquely formatted text that combines introductory psychiatry content with board-style review questions has been written as a useful guide for first- and second-year medical students and other mental health professional students. "Psychiatry and Behavioral Science" is intended to be used as an indispensible text for pre-clinical psychiatric education. The user-friendly split page format includes clinical vignettes, "fun facts," and relevant art work. Each chapter contains board review questions that prepare the medical student for the USMLE and COMLEX examinations.By using a clinical approach consistent with the needs of today's medical and other mental health professional students, the authors prepare these students for their exams and clinical rotations. The text is also designed to prepare international students for United States residency programs. Non-medical persons interested in learning more about the basics of psychiatry and behavioural and social factors affecting health will find this volume compelling.

Psychiatry and Behavioral Science: An Introduction and Study Guide for Medical Students
David Baron & Ellen Sholevar
Temple University Press 2008 PDF 312 pages 20.81 MB
http://www.megaupload.com/?d=1Y0HJARU ou
http://depositfiles.com/files/j1952c74f

sábado, 29 de maio de 2010

The Back Keys





The Damnwells - Stay .mp3
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http://www.sellthelie.com/mp3s/Stay.mp3

Como os seres humanos contam a numerosidade

How Humans Count: Numerosity and the Parietal Cortex
Manuela Piazza & Véronique Izard
Neuroscientist 2009; 15; 261

Abstract. A numerosidade (o número de objetos de um conjunto), como a cor ou o movimento, é uma propriedade básica do meio ambiente. Os cérebros dos animais e dos humanos foram providos pela evolução de mecanismos baseados no circuito parietal para representação da numerosidade de uma maneira altamente abstrata, ainda que aproximada. Esses mecanismos são funcionais em uma idade bem tenra em humanos, e desenvolvidos espontaneamente na vida selvagem de animais de diferentes espécies. Os anos recentes testemunharam progressos notáveis na revelação do código neural que está na base das representações da numerosidade e na demonstração das similaridades e das diferenças que existem entre as espécies. Nos humanos, durante seu desenvolvimento, com a introdução de símbolos para números e a implementação de rotinas de contagem, o sistema parietal passa por modificações profundas (e ainda misteriiosas), tais que a máquina neural que evoluiu previamente para representar uma numerosidade aproximada se 'recicla' parcialmente para sustentar a representação do número exato.

Das referências:

The construction of large number representations in adults
Hilary Barth*, Nancy Kanwisher, Elizabeth Spelke 2003

Number Sense in Human Infants
Fei Xu, Elizabeth S. Spelke, Sydney Goddard 2005

Are numbers special? An overview of chronometric, neuroimaging, developmental and comparative studies of magnitude representation
Roi Cohen Kadosh, Jan Lammertyn, Veronique Izard 2008

Symbols and quantities in parietal cortex: elements of a mathematical theory of number representation and manipulation
Stanislas Dehaene 2007

Non-Verbal Numerical Cognition: From the Reals to the Integers
C. R. Gallistel & Rochel Gelman 2000

Numerical Cognition Without Words: Evidence from Amazonia
Peter Gordon 2004

Interactions between number and space in parietal cortex
Hubbard EM, Piazza M, Pinel P, Dehaene S. 2005

Distinct Cerebral Pathways for Object Identity and Number in Human Infants
Véronique Izard, Ghislaine Dehaene-Lambertz, Stanislas Dehaene 2008

Calibrating the mental number line
Véronique Izard & Stanislas Dehaene 2008

Newborn infants perceive abstract numbers
Véronique Izard, Coralie Sann, Elizabeth S. Spelke, and Arlette Streri 2008

Outros artigos:

The Evolution of Numerical Cognition: From Number Neurons to Linguistic Quantifiers
Edward M. Hubbard, Ilka Diester, Jessica F. Cantlon, Daniel Ansari, Filip van Opstal, and Vanessa Troiani 2008

Abstract representations of numbers in the animal and human brain
Stanislas Dehaene, Ghislaine Dehaene-Lambertz and Laurent Cohen 1998

Nietzsche - Uma pequena introdução


With his well-known idiosyncrasies and aphoristic style, Friedrich Nietzsche is always bracing and provocative, and temptingly easy to dip into. Michael Tanner's introduction to the philosopher's life and work examines the numerous ambiguities inherent in his writings and explodes many of the misconceptions that have grown in the hundred years since Nietzsche wrote "do not, above all, confound me with what I am not!"
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Nietzsche: A Very Short Introduction
Michael Tanner
Oxford University Press 2001 PDF 120 pages 2 Mb
http://www.megaupload.com/?d=0QOVG9BM

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Amandine - Blood and Marrow




Amandine - Blood and Marrow .mp3
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www.amandinemusic.com/songs/heartscollide/amandine_bloodandmarrow.mp3

Susan Blackmore sobre a Consciência


If you’ve ever driven along a highway and suddenly realized that you have no memory of how you just got to a certain point, then you have some idea of what it’s like to be "in" and "out" of consciousness. Understanding the difference is the crux of Consciousness: An Introduction, which examines the scientific nature of subjective experience. Susan Blackmore, a former lecturer in psychology at the University of the West of England in Bristol, casts a wide net in exploring what she calls "the last great mystery of science." She painstakingly documents the evolution of consciousness studies, from the pioneering work of William James to the controversial, contemporary work of Daniel C. Dennett of Tufts University, who maintains that consciousness is a complex of "memes"—verbal and written information that is transferred from person to person. Then she marches through a host of other topics, including how subjective experiences arise from objective brain processes; altered states; and mystical experiences and dreams. To offset this weightiness, Blackmore periodically invites the reader to participate in interesting practice exercises with titles such as "Was this decision conscious?" and activities such as "Blind for an hour" that sharpen selfawareness. "Some of you will enjoy the self-examination and find the science and philosophy hard," she writes of her approach. "Others will lap up the science and find the personal inquiry troubling or trivial. I can only say this: both are needed." Blackmore also strikes a balance in showing how Western and Eastern philosophies view consciousness. Parts of this discussion may seem too difficult to grasp, but she is not after black-and-white conclusions; she is bold enough to leave some questions unanswered. Blackmore’s best chapters come in the latter part of the book.

Consciousness: An Introduction
Susan Blackmore
Oxford University Press edition 2003 PDF 476 pages 26,4 MB

Matt Ridley faz umas perguntinhas


Vou traduzir um trecho do início do artigo de Ridley.

A evolução humana apresenta um enigma. Nada parece explicar o progresso súbito dos últimos 45.000 anos - a conversão de apenas outro raro macaco predatório no dominador do planeta com tecnologias de rápido desenvolvimento. Uma vez que o 'progresso' começou a produzir novas ferramentas, diferentes modos de vida e populações crescentes, isso se acelerou por todo o mundo, culminando na agricultura, nas cidades, na escrita e todo o resto. Ainda assim, todos os ingredientes do sucesso humano - fabricação de ferramentas, cérebros grandes, cultura, o fogo e até a linguagem - aparentemente já existiam há meio milhão de anos e nada havia acontecido. As ferramentas eram feitas segundo o mesmo desenho monótono por centenas de milhares de anos, e o impacto ecológico das pessoas era mínimo. Então, de repente - bang! - a cultura explodiu, iniciando na África. Por que então, por que ali?

A resposta está em uma nova idéia, tomada por empréstimo da economia, conhecida como inteligência coletiva: a noção de que o que determina a inventividade e a taxa de modificação cultural de uma população é a quantidade de interações entre os indivíduos. Mesmo que ela explique antigos padrões da pré-história, esta idéia sustenta a esperança de que a raça humana irá prosperar tremendamente nos anos por vir - porque as idéias estão fazendo sexo umas com as outras como jamais aconteceu.

Quanto mais os cientistas descobrem, maior se torna o enigma da evolução. A própria fabricação de ferramentasparece ter sido levada a um passado de dois milhões de anos, e os modernos kits de ferramentas emergiram gradualmente na África durante uns 300.000 anos. Enquanto isso, sabe-se que os homens de Neanderthal tinham cérebros que eram ainda maiores do que os nossos, e herdaram as mesmas mutações genéticas que facilitam a fala para nós. Entretanto, a despeito de terem sobrevivido até há uns 30.000 anos, eles quase não inventaram novas ferramentas, sem falar de fazendas, cidades e da pasta de dentes. Os homens de Neanderthal provaram que é bem possível ser um humano inteligente e imaginativo (eles enterravam seus mortos) e ainda assim não experimentar progresso cultural e econômico.

Humans: Why They Triumphed
How did one ape 45,000 years ago happen to turn into a planet dominator? The answer lies in an epochal collision of creativity. By Matt Ridley
The Saturday Essay. May 22, 2010

Caso não saibas quem é ele, aqui está uma minibiografia de Ridley:

MATT RIDLEY'S 23 pairs of chromosomes, together with a doctorate form Oxford University, equipped him for a career as a science journalist with The Economist and the Daily Telegraph. His books include The Agile Gene: How Nature Turns on Nature; Nature Via Nurture: Genes, Experience, and What Makes Us Human; Red Queen: Sex and the Evolution of Human Nature; Genome: The Autobiography of a Species in 23 Chapters; Origins of Virtue: Human Instincts and the Evolution of Cooperation; and editor of The Best American Science Writing 2002.
He is chairman of the International Centre for Life, Newcastle-upon-Tyne’s science park and visitor centre devoted to life science. He has ingeniously combined his chromosomes with those of his wife, the neuroscientist Dr Anya Hurlbert, to produce two entirely new human beings. His books have been shortlisted for six literary awards. He has been a scientist, a journalist, and a national newspaper columnist. He is also a visiting professor at Cold Spring Harbor Laboratory in New York.

Outros artigos de interesse:

Nature? Nurture? What Makes Us Human?
Matt Ridley
Presented at the Alfred Deakin Innovation Deakin Lectures, Melbourne, Australia
10 July 2007

Why are we all getting cleverer?
Matt Ridley 2009

Audição e Acústica - Psicologia e Fisiologia


Brimming with more than more than 1700 references, this reader-friendly and extensively revised Fifth Edition will prove invaluable to instructors and students alike-providing a unified approach to the anatomical, physiological, and perceptual aspects of audition with updated chapters on the latest developments in the field.

Hearing: An Introduction to Psychological and Physiological Acoustics
Fifth Edition, Revised and Expanded
Stanley Gelfand

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Everlast balançando as estruturas ósseas




everlast - what its like .mp3
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http://cvm.qc.ca/gestion/2000-2001/Veronique%20lemay/personnel_veroniquelemay/WHATITSLIKE.MP3

A Anatomia da Linguagem

Nesta revisão de 100 estudos de compreensão produção da fala, publicada em 2009, a ativação é registrada com referência a: percepção prelexical da fala nos giros temporais superiores bilaterais; a fala com significado no córtex temporal médio e inferior; a recuperação semântica no giro angular esquerdo e na pars orbitalis; e a compreensão de sentenças nos sulcos temporais superiores bilaterais. Para sentenças incompreensíveis, a ativação aumenta em quatro regiões frontais inferiores, no planum temporale posterior e no giro supramarginal ventral. Esses efeitos estão associados ao uso de conhecimento prévio de associações semânticas, sequências de palavras e articulação que predizem o conteúdo da sentença. A produção da fala ativa o mesmo conjunto de regiões que a compreensão da fala, mas além disso a ativação é registrada com referência a: recuperação da palavra no córtex frontal médio esquerdo; o planejamento articulatório na insula anterior esquerda; a iniciação e execução da fala no putamen esquerdo, pre-SMA, SMA e córtex motor; e para a supressão de respostas não intencionadas, na cabeça bilateral e cingulada anterior dos núcleos caudados. Estudos de conectividade anatômica e funcional são agora necessários para se identificar as vias de processamento que integram essas áreas para dar apoio à linguagem.

The anatomy of language: a review of 100 fMRI studies published in 2009
Cathy J. Price
Wellcome Trust Centre for Neuroimaging, UCL, London, UK
Ann. N.Y. Acad. Sci. 1191 (2010) 62–88. 2010 New York Academy of Sciences
Just in case...
http://qibawiki.rsna.org/images/5/5c/DrMohamed-Price_etal_2010-20100420.pdf

Das Referências:

Maps and streams in the auditory cortex: nonhuman primates illuminate human speech processing
Josef P Rauschecker & Sophie K Scott 2009

Syntax without language: Neurobiological evidence for cross-domain syntactic computations
Marco Tettamantia, Irene Rotondie, Daniela Perani, Giuseppe Scottia, Ferruccio Fazio, Stefano F. Cappa and Andrea Moro 2009

The somatotopy of speech: Phonation and articulation in the human motor cortex
Steven Brown, Angela R. Laird, Peter Q. Pfordresher, Sarah M. Thelen, Peter Turkeltaub, Mario Liotti 2009

Outros artigos de interesse:

Rethinking the neurological basis of language
Laurie A. Stowe, Marco Haverkortb, Frans Zwarts 2005

The functional neuroanatomy of language
Gregory Hickok 2009

On the Nature and Evolution of the Neural Bases of Human Language
Philip Lieberman 2002

The Evolutionary Basis of Meaning in Music: Some Neurological and Neuroscientific Implications
Ian Cross 2010

The precuneus: a review of its functional anatomy and behavioural correlates
Andrea E. Cavanna & Michael R. Trimble 2006

Before Speech: Cerebral Voice Processing in Infants
Pascal Belin & Marie-Héléne Grosbras 2010

24 Horas na Vida do Cérebro


O blog Neuroskeptic, que já citei algumas vezes, recomenda um livro que pode ser de interesse para os profissionais do ramo que tenham um tempinho para aprender umas curiosidades. Diz o Neuroskeptic (só um trechinho; leia o texto completo no blog):

Uma rápida postagem para recomendar Head Trip, de Jeff Warren.

Head Trip é sobre '24 horas na vida do seu cérebro': dormir, acordar e tudo o que há no intervalo, do sonho lúcido aos devaneios e à hipnose.

Warren dá uma visão geral da pesquisa e teoria atuais, juntamente com a história de sua procura pela experiência da amplitude completa da consciência.

Head Trip: Adventures on the Wheel of Consciousness
Jeff Warren
Oneworld Publications 2007 401 Pages PDF 5 MB
http://www.megaupload.com/?d=0O6IETTY

Rolling Stone - Jimi Hendrix, by Pete Townshend


Artigaço do guitarrista Pete Townshend, líder da banda The Who, sobre um dos maiores guitarristas que tivemos a sorte de poder presenciar, Jimi Hendrix. Parece que a revista Rolling Stone está fazendo uma série sobre os cem melhores guitarristas de todos os tempos; tomara.

Leia o artigo AQUI.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

The Be Good Tanyas



The Be Good Tanyas - Human Thing .mp3
Found at bee mp3 search engine


http://im.nettwerk.com/holly/skyrider/The%20Be%20Good%20Tanyas/01%20Human%20Thing.mp3

Déficits de soletragem na dislexia

Vou traduzir o abstract, mas o artigo é melhor do que fica entrevisto. Percebe-se bem essa particularidade pelo início da Introdução, logo abaixo (retirei as referências para o texto fluir melhor). Nos Resultados, os pesquisadores informam o que todos aqueles que trabalham na área sempre souberam: todas as intervenções na forma de sessões de treinamento sempre geram bons resultados (com a utilização dos métodos corretos, é craro). Um senão do trabalho é que a amostragem é muito pequena.

Abstract. A soletragem ortográfica é uma das principais dificuldades de crianças falantes do alemão que têm dislexia. O objetivo do presente estudo é avaliar e eficácia de um treinamento de soletragem ortográfica em estudantes com dificuldades de soletragem (5a. e 6a. séries). No estudo 1, dez crianças (grupo de tratamento) receberam 15 sessões semanais administradas individualmente (60 min cada). Um grupo controle (n = 4) não recebeu qualquer intervenção. No estudo 2, treinamento de soletragem ortográfica foi dado a uma amostra maior, consistindo de um grupo de tratamento (n = 13) e um grupo controle de tratamento retardado (n = 14) . O critério principal de melhora na soletragem foi analisado usando-se um conjunto integrado de dados (integrated dataset) para ambos os estudos. Repetidas análises de medições da variância revelaram que os ganhos em soletragem foram significativamente maiores no grupo de tratamento do que no grupo controle. Análises estatísticas também mostraram melhoras significativas na leitura (estudo 1) e na medida do conhecimento dos participantes das regras de soletragem ortográfica (estudo 2). Os achados indicam que um treinamento de soletragem ortográfica melhora a leitura e a habilidade de soletragem, assim como o conhecimento ortográfico, em crianças com distúrbios de soletragem que estão aprendendo a soletrar em uma língua transparente como o alemão.

Spelling deficits in dyslexia: evaluation of an orthographic spelling training
Elena Ise & Gerd Schulte-Körne 2010
Department of Child and Adolescent Psychiatry, University of Munich, Germany
Ann. of Dyslexia DOI 10.1007/s11881-010-0035-8

Introduction. Cinco a dez por cento das crianças em idade escolar sofrem de dislexia, que é caracterizada por severas dificuldades na aquisição da leitura, a despeito da inteligência normal e de uma escolaridade adequada. A dislexia é um distúrbio de neurodesenvolvimento de origem genética que ocorre em sistemas de escrita alfabéticos e não-alfabéticos. A dislexia é caracterizada por déficits de processamento fonológico que se relacionam estreitamente com o desenvolvimento de leitura e habilidades de soletragem fracas. As dificuldades de leitura e soletragem são muito persistentes. Além disso, elas estão associadas a uma maior probabilidade de abandono da escola, de baixo rendimento escolar e de desemprego, assim como a problemas emocionais e comportamentais. Portanto, as intervenções eficazes são uma necessidade crítica. Diversos estudos demonstraram os efeitos positivos de programas de prevenção para crianças com risco de dislexia. Também foi registrado repetidamente que os programas de intervenção para crianças disléxicas nas séries 2-4 têm efeito remedial na leitura e em habilidades de soletragem. Infelizmente, um número substancial de crianças disléxicas não recebe qualquer intervenção porque muitos pais não procuram ajuda profissional antes que seus filhos tenham completado diversos anos de escolaridade formal. Nas 5a e 6a séries, crianças disléxicas que estão aprendendo a ler uma língua consistente como o alemão geralmente apresentam uma leitura lenta mas correta, e dominam a soletragem fonológica. Entretanto, elas demonstram grande dificuldade com a soletragem ortográfica. O objetivo do prsente estudo é introduzir um treinamento de soletragem ortográfica para crianças de língua alemã com problemas de soletragem das 5a e 6a séries, para determinar se o treinamento tem um efeito remedial na capacidade de soletragem. Implicações da intervenção de soletragem em outras línguas com ortografias transparentes serão discutidas.

Artigo das Referências:

Word-initial entropy in five languages
Borgwaldt, S. R., Hellwig, F. M., & de Groot, A. M. B. 2004
Written Language and Literacy, 7, 165–184
(Esse artigo está AQUI, aparentemente em sua forma original)


Outros artigos de interesse:

Phonological Skills Are (Probably) One Cause of Success in Learning to Read:
A Comment on Castles and Coltheart
Charles Hulme and Margaret Snowling
Department of Psychology, University of York
Marketa Caravolas
Department of Psychology, University of Liverpool
Julia Carroll
Department of Psychology, University of York
Scientific Studies of Reading, 9(4), 351–365 © 2005

Developmental Dyslexia: An Update on Genes, Brains, and Environments
Elena L. Grigorenko 2001
Yale University, New Haven, U.S.A., and Moscow State University, Russia

Paying attention to reading: The neurobiology of reading and dyslexia
Sally E. Shaywitz & Bennett A. Shaywitz 2008
Yale University School of Medicine

The Studies about Phonological Deficit Theory in Children with Developmental Dyslexia: Review
Emrah Caylak 2010
Department of Biochemistry and Clinical Biochemistry, Firat University, School of Medicine, Turkey
American Journal of Neuroscience 6 (1): 1-12, 2010

An exploratory study of the associations between speech and language difficulties and phonological awareness in preschool children
John K. McNamara, Jackie Van Lankveld, Sherri-Leigh Vervaeke, and Naomi Gutknecht 2010

NOTA - o endereço desse artigo (www.ccl-cca.ca/pdfs/JARL/Jarl-Vol3Article7.pdf ) remete à publicação canadense (por isso é que há artigos em inglês e em francês) Journal of Applied Research on Learning. Se v. digitar apenas parte do endereço (por exemplo: www.ccl-cca.ca/pdfs/ ), tem acesso ao diretório completo do Journal e de sua instituição mantenedora, e pode pesquisar se existe algo de seu interesse lá.

É o cão chupando manga!


Excelente notícia para todos os profissionais das áreas afins, de linguistas a biólogos, de psicólogos e psiquiatras a neurologistas, e todo o resto da patota.

Atlas of Gene Activity in Human Brain Launches
by Greg Miller on May 24, 2010 3:40 PM

The Allen Institute for Brain Science has launched its map of gene expression in the human brain. The institute, started in 2003 with $100 million in seed money from Microsoft co-founder Paul Allen, hopes the atlas will become a valuable resource for scientists studying brain function and disease.

The open access
Allen Human Brain Atlas combines four data sets: anatomical images of the human brain obtained by MRI scans (to show gross anatomy), diffusion tensor imaging (which reveals the fiber tracts connecting different brain regions), histology (to show cellular level anatomy), and gene expression data. The result, scientists hope, will provide the most detailed look yet at which genes are active in which parts of the human brain.

The human brain atlas follows the
mouse brain atlas released in 2006. A monkey brain atlas is currently in the works.

Manual Didático de Guitarra Flamenca


Quatro volumes para el guitarrista que hay en usted. Haja dedo... São cinco volumes, e se eu conseguir o quinto em outra oportunidade faço imediatamente uma postagem. Sorry. Parece que acompanham CDs, mas não tive acesso, Sorry de novo.

Manual Didáctico de la Guitarra Flamenca No. 1
Ventilador Music 2000-01-01 ASIN: B001B0V46M PDF 64 pages 5 MB

The first of five teaching manuals that looks at basic Flamenco styles: Solea, Siguiriyas, Alegrias, Tientos, Tangos,and Bulerias. In notation and TAB. Bilingual edition English/Spanish.

http://www.megaupload.com/?d=MJ7244WV

Manual Didáctico de la Guitarra Flamenca No. 2
Ventilador Music 2000-01-01 ASIN: B001B12N6Q PDF 72 pages 5 MB

Finishing up with the basic styles examined in the first Volume and introducing six new styles: SOLEÁ por bulerías, FANDANGO, TARANTA, GRANAÍNA, MALAGUEÑA and RONDEÑA. Bilingual edition English/Spanish.

http://www.megaupload.com/?d=THV2GBW1

Manual Didáctico de la Guitarra Flamenca No. 3
Ventilador Music 2000-01-01 ASIN:B001B12NAM PDF 56 pages 5 MB

Finishing up with the basic styles examined in Volume Two. This Volume 3 introduces three new styles: SERRANA, FARRUCA y GUAJIRA. Bilingual edition English/Spanish.

http://www.megaupload.com/?d=2JN53QLJ

Manual Didáctico de la Guitarra Flamenca No. 4
Ventilador Music 2000-01-01 ASIN: B001B13SC4 PDF 64 pages 5 MB

For this reason, in this volume we find the accompaniment to the cante separated out into three tracks: the first, in order to understand what must result in the accompaniment and to achieve stylistic assimilation, the second with only de guitar, to study how guitar style changes during its development, and the third, in order to practice the accompaniment, only the voice of the “cantaor” is heard. Bilingual edition English/Spanish.

http://www.megaupload.com/?d=OH49JYXE

terça-feira, 25 de maio de 2010

Meg Baird



Meg Baird - Do What You Gotta Do .mp3
Found at bee mp3 search engine


http://justsayinisall.com/music/MegBaird_DoWhatYouGottaDo.mp3

Mais um mapa do cérebro


Coloquei aqui um mapa do cérebro em 22 de abril de 2010, mas reconheço que o download deve ter sido meio complicado para os interessados, coisa mais para o pessoal que lida bem com informática. Hoje trago um outro que deve ser mais simples para fazer o download e utilizar. Como não vou gravá-lo para meu uso, não sei se é bom, se as ilustrações são satisfatórias, essas coisas. Sua extensão (.chm) não é nada de mais: v. simplesmente clica no arquivo depois de descomprimí-lo e utiliza o livro. No Windows XP e no Windows Vista, às vezes o arquivo pode aparecer bloqueado; os arquivos CHM são arquivos HTML compilados, e o sistema operacional pode ter um bloqueio de segurança. Para resolver isso, clique com o botão direito do mouse no arquivo CHM e selecione Properties. Clique no botão Unblock (para desbloquear) sob o Advances na aba General. Clique em Apply. Deve dar tudo certo: eu tive esse problema uma vez, e deu.

The Second Edition of Atlas of the Human Brain and Spinal Cord offers the essentials of neuroanatomy in a newly revised format. This atlas allows students to synthesize a three-dimensional concept of the major motor and sensory systems of the human brain and spinal cord by providing a photographic survey of the macroscopic and microscopic structure of the central nervous system. It is organized into 6 sections and covers material on gross anatomy, spinal cord, brain stem, coronal sections, axial sections, parasagittal sections, arteries and angiograms, neuroanatomical lesions, nuclear magnetic images of brain tumors, and more. The atlas plates are labeled with emphasis on major neuroanatomic structures important in clinical neurology.

Atlas of the Human Brain and Spinal Cord, 2 Ed
James D. Fix

Neuropsicologia do desenvolvimento - por toda a vida


Lifespan developmental neuropsychology is the study of the systematic behavioral, cognitive, and psychosocial changes and growth that occur across infancy, adolescence, adulthood and later life. This book provides insight into how brain-behavior relationships change over time, how disorders differ in presentation across the lifespan, and what longer-term outcomes look like. Providing practical guidance in a succinct and accessible format, this book covers the most common neurodevelopmental, behavioral and cognitive disorders, including but not limited to ADHD, cerebral palsy, traumatic brain injury, and epilepsy. Key points concerning the practice of developmental neuropsychology are emphasized in order to aid understanding of neuropsychological development and its impact on behavior, emotion, cognition, and social integration. This will be essential reading for advanced graduate students and early career professionals in the fields of neuropsychology, pediatric psychology, clinical psychology, school psychology, and rehabilitation psychology, as well as practitioners in the allied fields that interact with neuropsychology.

Principles and Practice of Lifespan Developmental Neuropsychology
Jacobus Donders & Scott J. Hunter (edits)

Uma proposta interessante: música, fala e ruído

Abstract.Crianças com dificuldades de aprendizagem baseadas em linguagem apresentam um processamento limitado da fala em ambientes de escuta difícil, sugerindo um déficit na exclusão de ruído. O conhecimento musical induz modificações neuroplásticas por todo o sistema nervoso, incluindo a intensificação do processamento sensorial inicial, habilidade linguística melhorada, memória de trabalho e segregação de fonte - habilidades que se sabe serem cruciais para a fala na percepção de ruído. Nós argumentamos aqui pela utilidade da música como uma abordagem de treinamento auditivo para melhorar a percepção da fala durante ruído em indivíduos com amplos déficits em exclusão de ruído.

MUSIC, NOISE-EXCLUSION, AND LEARNING
Bharath Chandrasekaran & Nina Kraus
Northwestern University
Music Perception VOLUME 27, ISSUE 4, PP. 297–306, ISSN 0730-7829, © 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Natalie Merchant arrasando como sempre



Natalie Merchant - I May Know The Word .mp3
Found at bee mp3 search engine

http://triplespeak.org/link/Natalie_Merchant/lily__Imayknowtheword.mp3

Sistemas neurais envolvidos na leitura em voz alta

Mais um artigo trazendo a descrição do envolvimento de sistemas neurais na leitura. O estudo foi feito com 20 participantes adultos tendo o inglês como língua nativa, mas imagino que os mapeamentos possam ser adaptados para a leitura infantil, ainda que a natureza (e a carga) das tarefas envolvidas deva ser repensada. Boas tabelas e magníficas ilustrações coloridas. Veja particularmente a fig. 4 e sua análise na seção A Neural Model of Reading Aloud. A clareza do texto do artigo é digna de nota.

Abstract. A leitura em voz alta envolve a computação do som de uma palavra a partir de sua forma visual. Isto pode ser conseguido (1) por associações diretas entre soletramento e fonologia e (2) pela computação da ortografia para o significado para a fonologia. Esses componentes foram estudados em experimentos comportamentais examinando propriedades lexicais como frequência da palavra, comprimento de letras ou fonemas; consistência soletragem-som; fatores semânticos como a imagibilidade (imageability - do artigo: 'refere-se à facilidade com que uma palavra evoca uma imagem mental'), medidas de complexidade ortográfica ou fonológica; e outras. Os efeitos dessas propriedades lexicais sobre sistemas neurais específicos, entretanto, ainda não são bem compreendidos, em parte porque as altas correlações entre os fatores lexicais tornam difícil determinar se têm efeitos independentes. Nós abordamos esse problema fazendo a decorrelação (ou 'desfazendo a correlação', para 'decorrelating') entre diversas propriedades lexicais importantes através de uma cuidadosa seleção do estímulo. Dados de fMRI revelaram sistemas neurais distribuidos para o mapeamento da ortografia diretamente na fonologia, envolvendo os giros supramarginal esquerdo, temporal médio posterior e fusiforme. Distintas destas, existiam áreas que refletiam o processamento semântico, incluindo o giro temporal médio esquerdo/sulco inferior-temporal, o giro angular bilateral e o precuneus/cingulado posterior. Regiões frontais inferiores esquerdas geralmente apresentavam ativação com uma maior carga de tarefa, sugerindo um papel mais geral na atenção, memória de trabalho e nos processos executivos. Esses dados oferecem as primeiras evidências claras, em um único estudo, dos correlatos neurais individuais do mapeamento ortografia-fonologia e do acesso semântico durante a leitura em voz alta.

Neural Systems for Reading Aloud: A Multiparametric Approach
William W. Graves, Rutvik Desai, Colin Humphries, Mark S. Seidenberg and Jeffrey R. Binder (veja afiliações no artigo)
Cerebral Cortex Advance Access published November 17, 2009

Das Referências do artigo:

Where Is the Semantic System? A Critical Review and Meta-Analysis of 120 Functional Neuroimaging Studies
Jeffrey R. Binder, Rutvik H. Desai, William W. Graves and Lisa L. Conant
Language Imaging Laboratory, Department of Neurology, Medical College of Wisconsin

Abstract. Semantic memory refers to knowledge about people, objects, actions, relations, self, and culture acquired through experience. The neural systems that store and retrieve this information have been studied for many years, but a consensus regarding their identity has not been reached. Using strict inclusion criteria, we analyzed 120 functional neuroimaging studies focusing on semantic processing. Reliable areas of activation in these studies were identified using the activation likelihood estimate (ALE) technique. These activations formed a distinct, left-lateralized network comprised of 7 regions: posterior inferior parietal lobe, middle temporal gyrus, fusiform and parahippocampal gyri, dorsomedial prefrontal cortex, inferior frontal gyrus, ventromedial prefrontal cortex, and posterior cingulate gyrus. Secondary analyses showed specific subregions of this network associated with knowledge of actions, manipulable artifacts, abstract concepts, and concrete concepts. The cortical regions involved in semantic processing can be grouped into 3 broad categories: posterior multimodal and heteromodal association cortex, heteromodal prefrontal cortex, and medial limbic regions. The expansion of these regions in the human relative to the nonhuman primate brain may explain uniquely human capacities to use language productively, plan, solve problems, and create cultural and technological artifacts, all of which depend on the fluid and efficient retrieval and manipulation of semantic knowledge.

Functional Abnormalities in the Dyslexic Brain: A Quantitative Meta-Analysis of
Neuroimaging Studies
Fabio Richlan, Martin Kronbichler, & Heinz Wimmer 2009

The neural code for written words: a proposal
Stanislas Dehaene, Laurent Cohen, Mariano Sigman and Fabien Vinckier 2005



Outros artigos de interesse:

Morphological decomposition based on the analysis of orthography
Kathleen Rastle 2008
Royal Holloway University of London, London, UK
Matthew H. Davis
MRC Cognition and Brain Sciences Unit, Cambridge, UK

A Neural Signature of Phonological Access: Distinguishing the Effects of Word Frequency from Familiarity and Length in Overt Picture Naming
William W. Graves, Thomas J. Grabowski, Sonya Mehta, and Jean K. Gordon 2007

Activation of Sensory--Motor Areas in Sentence Comprehension
Rutvik H. Desai, Jeffrey R. Binder, Lisa L. Conant and Mark S. Seidenberg 2010

Seis Filósofos


Ainda não li esse livro, mas ele tem tudo para ser proveitoso, porque a Oxford não brinca em serviço. Vejam:

In this illuminating, highly engaging book, Jonathan Bennett acquaints us with the ideas of six great thinkers of the early modern period: Descartes, Spinoza, Leibniz, Locke, Berkeley, and Hume. For newcomers to the early modern scene, this lucidly written work is an excellent introduction. For those already familiar with the time period, this book offers insight into the great philosophers, treating them as colleagues, antagonists, students, and teachers.

Learning from Six Philosophers
Jonathan Bennett