sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Mail do Cognição, Linguagem e Música

Durante meses e meses o mail do blog esteve ali embaixo... errado. Uma letrinha que faz a diferença: o mail correto é pedro@dodgeit.com (estava dodgit). Arranco a roupa e ateio fogo às vestes em comiseração.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Renée Fleming canta Schubert


Ainda bem que nada precisa ser dito com relação a essa obra, porque continuo com montes de coisas para fazer. Renée arrasa mais uma vez (com Christoph Eschenbach ao piano), ouça por si mesmo(a): mp3 em 320 kbps, de excelente som, por isso mesmo dividido pelo uploader em dois arquivos.
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Tracklist:
1. Heidenröslein ("Sah ein Knab..."), D. 257 (Op. 3/3)
2. Die Forelle ("In einem Bächlein helle"), D. 550 (Op. 32)
3. An die Nachtigall ("Er liegt und schläft"), D. 497 (Op. 98/1)
4. Im Frühling ("Still sitz ich"), D. 882
5. Die junge Nonne ("Wie braust durch...l"), D. 828 (Op. 43/1)
6. Nacht und Träume (Heil'ge Nacht, du..."), D. 827 (Op. 43/2)
7. Auf dem Wasser zu singen ("Mitten im ..."), D. 774 (Op. 72)
8. Ellens Gesang III ("Ave Maria"), D. 839 (Op. 52/6)
9. Frühlingsglaube ("Die Linden Lüfte"), D. 686 (Op. 20/2)
10. Gretchen am Spinnrade ("Meine Ruh'..."), D. 118 (Op. 2)
11. Du bist die Ruh, D. 776 (Op. 59/3)
12. Der Tod und das Mädchen ("Vorüber, ach ..."), D. 531 (Op. 7/3)
13. Viola ("Schneeglöcklein, o..."), D. 786 (Op. posth. 123)
14. Die Männer sind méchant ("Du sagtest ..."), D. 866/3 (Op. 95/3)
www.megaupload.com/?d=U3SGIVVR
www.megaupload.com/?d=IXEFYS5K

terça-feira, 25 de agosto de 2009

CD novo de Mark Knopfler

A mesma voz inconfundível e sua guitarra sem paleta. Musicalmente, nenhuma novidade, mas boníssimo de ouvir.
Artist: Mark Knopfler
Album: Get Lucky
Released: 2009
Style: Blues Rock
Format: MP3
Size: 74 Mb

Anna Moffo



Mais uma do falsário, que de falsário não tem nada: post de Anna Moffo interpretando Bellini, Verdi, Rossini e Donizetti. No blog O Criminoso Sempre Retorna ao Local do Crime, excelente disco de 1971 com La Moffo em plena forma.


Vincenzo Bellini (1801 - 1835)
1)Il fervido desiderio
2)Malinconia, ninfa gentile
3)Bella Nice, che d´amore
4)Vanne, o rosa fortunata



Giuseppe Verdi (1813 – 1901)
5)Perduta ho la pace
6)Lo Spazzacamino
7)Ad una stella
8)Stornello

Gioachino Rossini (1792 – 1868)
9)La fioraia Fiorentina
10)La promessa
11)Mi lagnero tacendo
12)L´invito

Gaetano Donizetti (1797 – 1848)
13)A mezzanotte
14)La zingara
15)Me voglio fa´na casa

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O cavalo, a roda e a linguagem


O título completo do livro é "O cavalo, a roda e a linguagem: como os cavaleiros da Idade do Bronze das estepes da Eurásia deram forma ao mundo moderno". Com um título desses, meia história já está contada. Só falta ler os detalhes. Veja as linhas da editoria:

“Nesse estudo de linguagem, arqueologia e cultura, o professor de antropologia do Hartwick College, David W. Anthony, lança a hipótese de que uma cultura proto-indoeuropéia surgiu nas estepes próximas ao Ponto-Cáspio há uns 4000 anos, falando uma língua de Ur ancestral das línguas das famílias do romance, do alemão e do eslavo, e também do sânscrito e do inglês moderno. Citando descobertas feitas na Ucrânia, na Rússia e no Cazaquistão que foram possibilitadas pela reunião de cientistas soviéticos e ocidentais após a queda da Cortina de Ferro, Anthony combina evidências de datação radioativa, análise demográfica de padrões migratórios, análise linguística e do estudo de épicos como a Ilíada e o Rig Veda para substanciar essa afirmativa. Uma parte importante de sua tese é o papel do cavalo, domesticado originalmente como alimento e montado pela primeira vez para cuidar de rebanhos; apenas mais tarde, com o desenvolvimento de carros puxados, eles foram utilizados em combate. Anthony nos oferece uma análise abrangente e profunda desse assunto, que traz também uma história das pesquisas mais importantes dos dois últimos séculos (incluindo evidências e opiniões contrárias à sua, tais como a hipótese da raça ariana, agora desacreditada)”.

David W. Anthony
The Horse, the Wheel, and Language: How Bronze-Age Riders from the Eurasian Steppes Shaped the Modern World
Princeton University Press 2007 PDF 566 pages 72 MB
http://depositfiles.com/files/fbatmu5pk

Ian Glynn - Anatomia do Pensamento


Aconteceu de novo (como tinha acontecido com o livro de Lesley Rogers, Minds of their Own, comentado em 12 de junho de 2009): fui dar uma olhada e quando me dei conta já estava na página 23. Depois de dar a largada meio chocho, engrena o turbo e fica bom demais. Deve ser por isso que o jornal The Observer e a revista Nature elogiam sem reservas (ver abaixo).

“Valendo-se de uma penca enorme de disciplinas – fisiologia, neurologia, psicologia, antropologia, linguística e filosofia – Ian Glynn explica virtualmente todos os aspectos do funcionamento do cérebro, revelando os mistérios da mente. Glynn escreve com excepcional clareza quando se ocupa dos mecanismos das mensagens neurológicas; do funcionamento dos receptores sensórios; dos processs através dos quais o cérebro vê, sente gosto e cheiro; dos locais da linguagem, da memória e das emoções. A amplitude da erudição de Glynn é notável, à medida em que ele vai do processamento paralelo em computadores até a especialização de diferentes regiões do cérebro (ilustradas com fascinantes exemplos dos efeitos bizarros de danos cerebrais localizados). Ele explica os diferentes tipos de memória, refaz o caminho da informação que leva a respostas emocionais e inicia uma discussão sobre linguagem que vai de Noam Chomsky a dialetos havaianos. Nenhum outro volume único apreendeu assim a completa abrangência de nosso conhecimento sobre a consciência e o cérebro. Uma obra de inigualável autoridade e eloquência, esse livro promete ser um novo marco entre as produções científicas. ‘Monumental’, disse o jornal inglês The Observer. ‘A erudição de Glynn é notável... uma jornada intelectual tremendamente agradável’, disse a revista Nature”.

Dito isso, uma outra coisa tem que ser comentada: Ian Glynn, nos agradecimentos iniciais, passa página e meia listando as pessoas que o auxiliaram a lidar com o emaranhado interdisciplinar que o assunto exige, e nos traz uma lição de cooperação entre departamentos de uma instituição e até de cooperação vinda de colegas de outras instituições, coisas raras. Não deixe de dar uma olhada.

Ian Glynn
An Anatomy of Thought: The Origin and Machinery of the Mind
Oxford University Press 2003 464 pages PDF 25 MB
http://www.uploading.com/files/0Z1KTM2H/0195158032.rar.html